Que tal despir-se? Sair do palco… e viver nu?

nu

 

Em algum momento de sua existência, você foi severamente atacado. Ferido. Machucado. Esquecido. Abandonado. Julgado. Condenado. Trocado. Seja por fatos externos, seja por compreensões internas. A dor de um tapa é menor do que a dor de uma rejeição. De uma mentira. De carregar um peso que você nem sabe a origem.

E assim, você se fechou. Ou não sente mais nada. Ou só consegue sentir em picos extremos: raiva extrema. Dor extrema. Sofrimento extremo. Seus sentimentos verdadeiros só podem ser vistos, muitas vezes, em forma de dores no corpo, doenças, surtos… Você virou um drama de telenovela. Um personagem engessado em suas próprias emoções. Talvez você seja um bom ator, e somente você mesmo perceba que vive este personagem.

Relaxe. Você é assim porque foi ensinado a ser assim. Seu pai também é um ator. E sua mãe também… seus avós… bisavós. Alguns, péssimos atores. Outros, legítimos ganhadores do Oscar. 171 em forma de gente. Fingindo viver uma vida “normal”… e não conseguindo viver o que eles são… Nunca viveram plenamente suas loucuras. Seus desejos. Calaram quando queriam gritar. Deixaram seus amores reais para casarem-se por conveniência. Traíram por insatisfação, mas fingiram integridade. Ou mostraram-se desonestos, para fugir da dor profunda que sentiam no coração. Grudaram-se a pessoas, por medo da solidão. Agarraram-se em situações muitas vezes complicadas, porque é melhor o ruim conhecido do que viver o apavorante desconhecido. Que poderia ser muito melhor, mas não tiveram coragem de viver o  grande mistério. Manipularam, usaram, fingiram. E tiveram filhos. Você!

Amor? Sim, existe amor. Mas um ator não sabe amar. Um ator atua e finge amar. Quem ama é o ser que está por detrás do ator. E você só conseguirá ver amor nas pessoas, quando sair do dramalhão que você está mergulhado. Quando deixar o vício de sentir em picos, em dores extremas. Ou não sentir mais nada. Quando entender que, por ser filho de atores, aprendeu a atuar.

Deixe o palco. Deixe de segurar o personagem que você mantém com unhas e dentes e aprisiona você dentro de um drama sem graça, insosso, chato, de péssima categoria. Qual personagem? O pai perfeito? A mãe amorosa? O cuidador? O espiritualista? O profissional capaz? O jovem desregrado? O rebelde? O louco? O líder inteligente? O culto? O filho amoroso? O irmão provocador? O empreendedor bem-sucedido? O coitadinho? O bicho grilo? O político? O descolado? O negociador? O conciliador?

Quem você seria, se deixasse, durante somente um dia, o personagem que você é?

O que seria de você se você deixasse de querer preencher expectativas dos outros, ou dos seus fantasmas interiores, e somente relaxasse? Como seria viver sem querer agradar aos outros… nem a si mesmo? O que aconteceria se você “desse o cano” na peça teatral que é a sua vida, e saísse do palco? Somente um dia? O que aconteceria se você fosse você, e vivesse verdadeiramente seus próprios sentimentos?

Sabe o que aconteceria com as suas dores? Com suas feridas? Aos poucos, cairiam junto com seu figurino. Você estaria nu, e o ser nu, é simplesmente amor. Que ama a todos. Os que estão no palco. E os que estão fora do palco. É bom aprender a despir-se. E dar um passo para fora da cena. A escolha é sua. Vamos. Experimente. Somente um dia… Depois você me conta.

Parcerias e projetos que dão certo…

projetos

Antes de qualquer parceria se estabelecer, você deve estar em posse de um projeto. O seu projeto. Que é como seu filho. O projeto conduz você, e você está a serviço dele. É necessário dedicar-se, principalmente enquanto ele está em estado embrionário. Dedicar-se como uma mãe, que o carrega em seu ventre, dando a proteção, nutrição, carinho, cuidado, atenção… Cuidando de si, do próprio corpo e mente, para fornecer um ambiente de paz, enquanto o projeto naturalmente se desenvolve, até o nascimento. Alguns projetos não conseguem sobreviver. Morrem antes de nascer. Outros, morrem logo após o nascimento. Assim é a vida. Isso não é sua culpa. É somente a vida se manifestando… Aceite as perdas, e prepare-se para novas gestações.

Então, nasceu um novo projeto! É ainda um bebê. Necessita de cuidados extremos, mas neste momento, já é possível que algumas pessoas auxiliem você na tarefa de cuidar dele. Mas nunca se esqueça: o filho é seu, e ele depende, neste momento, somente de você! Você irá abandoná-lo? Dispersar sua atenção com outras coisas? Deixar que ele fique só? Se perder nas neuras, enquanto cuida dele?

Se você encontrar alguém com dons necessários e disposição suficiente para auxiliar no seu projeto, talvez esta pessoa sirva como parceiro. Se ela não tiver dons, nem disposição, não serve. Ou se ela, durante a trajetória, mudar de ideia, de comportamento, se perder em suas necessidades, tudo bem. Ela pode seguir seu caminho. Mas não serve mais para você. Simples assim. Não é nada pessoal. Simplesmente, o seu projeto é mais importante, e necessita de mãos que ampare, proteja, conduza e permita que ele cresça.

O projeto tem vida própria. É a vida que flui de Deus. A vida que flui do universo. Você não tem o menor poder de dar ou tirar vida de um projeto. Só pode se dedicar a ele. Ou não. Aprendendo a lidar com o crescimento dele, ou com o não crescimento. Com a morte repentina, ou a longevidade. Com a doença, ou a saúde. Este projeto pode dar frutos, ou ser estéril. A arte de gerenciar projetos passa pelo seu desapego a todos estes itens. Crescimento, tempo de duração, saúde, frutos… nada disso depende exclusivamente de você. Você só pode cuidar. Fazer o seu melhor. Tecer boas alianças. E romper também. E ter o bom senso de deixar morrer aquele projeto que já se mostra agonizante. Despedindo-se com honra, respeito e reverência desta morte. Para que o novo possa ter espaço de nascer. E então, tudo começa outra vez. Assim é a vida. E a morte. De projetos. De tudo o que vive. E morre.

Constelação Familiar Sistêmica em Brasília, Sobradinho e Formosa

brasilia e goias

Olá, gente!

Estarei chegando na próxima semana para mais uma sequência de trabalhos com constelação familiar sistêmica, em Brasília, Formosa e Sobradinho. Será mais uma oportunidade para reconectarmos com nossas raízes familiares, que é de onde vêm a força, os dons, talentos e inspiração para vivermos uma vida plena! Quer participar deste movimento de autoconhecimento, transformação e alegria? Veja as datas abaixo e se sentir-se chamado, venha! Você será muito bem-vindo!

Alex Possato


Brasília

25 e 26 de agosto (terça-feira e quarta-feira)

Atendimento individual

Constelação Familiar em grupo 

Informações e inscrições: Espaço Despertar para Crescer – Universo Holístico

​autoconhecimento.equilibrio@gmail.com (61) 9976-7740​ VIVO / Whatsapp (com Newton)


Formosa – Go

27 de agosto (quinta-feira) – Constelação Familiar em Grupo

Inscrição e informações: cy_basso@yahoo.com.br

(61) 9905-9158 com Maria Cecília


Sobradinho – DF

28 de agosto (sexta-feira) – Constelação Familiar em Grupo

Informações e inscrição: nanciguimaraesparreira@gmail.com ou ines.saraivapinheiro@gmail.com

(61) 9909-2515 com Nanci ou (61) 9970-9879 com Ines

Constelação Familiar Sistêmica em São Paulo, com Alex Possato

SP_flordelis_semdata

Oi, pessoal! Tantas pessoas me pedem para fazer vivências de constelação familiar sistêmica em finais de semana, para facilitar… e desta vez, consegui abrir espaço na agenda! Será neste próximo domingo!
Embora as vagas para constelar já estejam lotadas, há vagas para participar “sem questão”.
Gostaria de salientar (com intensidade!) de que o trabalho sistêmico ocorre para todos, “somente” pelo fato de você estar presente na roda de cura. Tenho visto transformações efetivas em pessoas que nunca constelaram suas próprias questões, mas que participam dos grupos… afinal, somos todos um mesmo.
Enquanto vamos conversando, você percebe que existem inúmeras sincronicidades ocorrendo. Pessoas com a mesma história. Com os mesmos problemas. E as soluções também conjuntas…

Perceba em si, sinta se ouve o chamado… quem sabe seus ancestrais estão convidando você a participar deste encontro com eles, num movimento de resgate, cura e renovação?
Grande abraço!

Constelação Familiar Sistêmica

Facilitador: Alex Possato
Quando: 23 de agosto de 2015 (domingo)
Horário: das 9 às 18 horas
Local: Espaço Flor de Lis
Rua Agostinho Gomes, 2194 (interfone 220) – Ipiranga (20 min. do metrô Sacomã)
Valor sugerido para constelar: R$ 251,00
Valor sugerido para participar: R$ 25,00
Inscrição: atendimento@alexpossato.com

Relacionamentos triangulares: saia da confusão

triangulo

a energia do triângulo faz com que ajamos como eternos amantes:
movidos pela excitação e paixão, não somos fiéis às nossas parceiras,
aos nossos projetos, aos nossos mestres, aos caminhos espirituais,
aos nossos empregadores, às nossas convicções…
estamos o tempo todo abertos à traição…
mas no final, traímos a nós mesmos…

Antes de qualquer coisa, gostaria de dizer que não estou falando de moralismo. Estou me referindo especificamente à energia da vida, do crescimento, baseando-me no trabalho que realizo de constelação familiar sistêmica, e em alguns outros conhecimentos. Mas também me baseio na minha experiência de vida, já que sou fruto de uma relação conturbada dos meus pais, com muitas histórias de traições, o que gerou internamente também a dificuldade de ser fiel, não no sentido de relacionamento afetivo, mas no sentido de ser fiel aos meus propósitos, às minhas decisões, às minhas empreitadas.

Pela minha experiência, vejo que pessoas que, assim como eu, estão inconscientemente vinculadas às traições que ocorreram no passado familiar, possuem a tendência de não conseguir se focar em nada. Pulam de galho em galho, fazem muitas coisas, trabalham em diversas áreas, cuidam de dezenas de assuntos, e no fundo, não cuidam de nada. Muitas destas pessoas, é claro, também acabam seguindo o padrão de muitas relações, muitos casamentos. Porém, nem sempre isso ocorre. Os padrões funcionam de muitas maneiras, e o padrão da triangulação traz a dispersão da energia, e consequentemente, dificuldade de fazer um projeto florescer. Seja este projeto uma relação afetiva, uma empresa, uma parceria, um trabalho escolar. Muitas coisas chamam a atenção: é como você estar namorando uma bela mulher, mas passa outra ao seu lado e você já cresce os olhos. E deixa de se dedicar à relação atual, que, aos poucos, vai minguando. Ou em outro exemplo: você começa empolgado a confecção de um produto. Reúne um monte de pessoas em torno da sua ideia, porque você está apaixonado… e logo depois, perde o interesse, e deixa um monte de pessoas frustradas… e você parte para outro projeto. E outro… e outro… O pior: não finaliza direito nenhum dos projetos anteriores, e assim como amantes abandonadas, deixa um rastro de mágoa para trás.  E estas mágoas serão cobradas, energeticamente, na sua vida.

Saindo do triângulo

Bert Hellinger, o nosso grande mestre da constelação familiar sistêmica, deixa claro que a primeira relação triangular que entramos é “o filhinho da mamãe” e a “filhinha do papai”. Nós, homens, estamos inconscientemente ligados à esfera da mãe, e precisamos larga-la, caso queiramos ter relações saudáveis. E o mesmo ocorre com as mulheres: é necessário despovoar a mente e os sentimentos da imagem do pai, para que haja espaço para um homem em sua cama. O “filhinho da mamãe” concorre, inconscientemente, com o amor do pai. E a “filhinha do papai” concorre, inconscientemente, com o amor da mãe.

Atendo muitas pessoas que, ou amam além da conta os pais, ou os odeiam, ou se mostram indiferentes. Raríssimas são as pessoas que conseguem olhar coerentemente para trás, olhar nos olhos do pai e da mãe (com os olhos internos, é claro) e ver a humanidade deles. Pessoas que fizeram coisas que trouxeram benefícios e também dores aos filhos. Adultos com atitudes infantis, muitas vezes. Que manipulavam, e também auxiliavam. Assim são nossos pais. Olhar desta forma os pais seria a visão de um adulto, amadurecido emocionalmente. Mas poucos possuem esta maturidade, mesmo tendo idade, experiência e conhecimento intelectual de adulto.

Olhar o pai e a mãe sem culpa, sem querer ajuda-los, aberto para amá-los do jeito como eles são, é o indício de que você está verdadeiramente livre para se relacionar com uma pessoa. Ou para fazer um projeto e dedicar-se unicamente a ele. Pronto para tomar uma decisão e mantê-la. Pronto para crescer e ver as coisas que fizer, dando frutos.

Mas… por que não conseguimos sair da esfera dos pais? Porque cobramos alguma coisa deles. Temos raiva, mágoa, sentimento de abandono, ciúme dos irmãos, inveja, sentimo-nos fracos e indefesos, enfim, sentimentos naturais poluem nossa psique, mas que têm a ver com fatos do passado. Nós também congelamos nosso emocional em situações que ocorreram quanto tínhamos dois anos de idade. Um pouco mais. Um pouco menos. Não são somente nossos pais que são infantis.

E mesmo adultos, passamos a exigir que “eles paguem o que devem”. Inconscientemente, transportamos a imagem do pai ou mãe para o parceiro afetivo. Para a empresa. Para o emprego. Para o chefe. Para o governo e os líderes políticos. Para o produto que criamos. Para o projeto. Buscamos aprovação dos pais, nas coisas que fazemos. Sentimos insegurança, como sentimos quando éramos crianças e não tivemos o apoio que precisávamos. Quando alguém vai embora, vem a imagem de abandono que nos acompanha desde a infância. Se existe um confronto, um bloqueio, passamos a detonar, se este é o perfil emocional seu, ou a desistir, caso seja do seu feitio. Agimos como a criança que grita, porque não aceita um não, ou que vai embora com o rabo entre as pernas, porque não quer enfrentar.

E aí, vamos procurar alguém que nos entenda. E sempre achamos, não é mesmo? E assim, envolvemos outras pessoas para, no fundo, dividir nossas frustrações e cobranças infantis. Mas o pior é que todo este jogo é inconsciente. Quando encontramos outra pessoa, acreditamos que queremos estabelecer algo bom: um bom relacionamento, uma boa parceria comercial, uma amizade sincera. Mas se o que nos moveu foi a birra de não ter nossas vontades aceitas, sem sombra de dúvida esta relação triangular irá trazer confusão. Porque simplesmente o outro não pode lhe dar a aprovação que você espera do pai. O carinho que você quer da mãe. Como gosto de dizer: não cabem três pessoas na mesma cama.

A solução final? Entre num acordo com o seu pai e mãe interior. Você não tem direito de exigir nada deles, nem eles têm o direito de exigir nada de você. Faça terapia. Vá fundo. Investigue-se. Se você vive alguma coisa parecida com o que eu disse, está na hora de honrá-los, sendo feliz na sua vida. Deixando-os em paz. Mostrando a sua força. E se a cobrança que você possa ter do seu pai e mãe está espelhada na sua relação afetiva, no seu trabalho, na sua empresa, nos seus projetos, será importante rever tudo isso.

Não tenha medo de investigar. Naturalmente, sem esforço, quanto mais em paz você estiver dentro de si, mais estará em paz com suas relações. Pessoais, afetivas, profissionais. A energia naturalmente estará disponível para sua vida. E você saberá manter o foco com naturalidade.

Adeus carência! E necessidade aprovação! Bem-vindo, equilíbrio. E confiança em si…

A verdadeira força

verdadeira força

A verdadeira força

Você nega tanto a rigidez e a violência que houve em seu passado
e se repete em seu cotidiano,
que quando precisa demonstrar sua própria força, não consegue…
você se faz fraco. Esta fraqueza se demonstra de forma
passiva – submissa, ou ativa – agressiva.
Passivo ou ativo, você é tão violento quanto a violência que rejeita.
E todo violento está negando algo.

Ser forte é honrar a vida como ela é. O passado como ele foi.
As coisas como elas são. Somente assim, você toma posse da sua força real,
que pode mover montanhas, ou mantê-lo em equilíbrio, no meio do furacão.

Gratidão, Bert Hellinger!

sem

Foi com muita gratidão a Bert Hellinger e ao seu trabalho com as constelações familiares sistêmicas que participei do seminário, neste último final de semana, em São Paulo. Não importava se ele estava falando ou se estava quietinho, em seu canto, observando sua esposa conduzindo grande parte das ações: meu olhar procurava ele. E em muitos momentos lágrimas teimavam em surgir. Por quê?

Não sei, exatamente. Reconheço-me um discípulo, eterno, de Bert Hellinger. E mesmo entendendo a dimensão humana dele, considero-o genial. E graças a ele, minha vida mudou totalmente. A constelação familiar sistêmica trouxe-me uma nova vida. Curou-me das dores do divórcio, da sensação de abandono dos pais, da falta de masculinidade, da falta de força para viver… E tornou-se o meu instrumento de trabalho. Ou melhor, eu tornei-me um canal que se permite ser usado pela constelação familiar sistêmica.

Como foi o meu primeiro contato com ele, o Mestre, fiquei meio intrigado: será que ele vai apresentar novas visões do seu trabalho? Será que o que faço está adequado ao que Hellinger faz? E mais uma grata surpresa: muito do que foi falado, tanto por Hellinger, como por Sophie, lembram em muito frases e dicas que surgem durante meus cursos e vivências de constelação.

– atuar sem intenção
– não esperar “final feliz”
– buscar o próprio centro
– deixar a mente racional e confiar no coração
– permitir os movimentos
– mergulhar na profunda sabedoria da incerteza
– ser simples

Enfim… vi que meus caminhos estão sincronizados… e mesmo entendendo que tenho uma infinita estrada a seguir, já que a constelação familiar está sempre em movimento e mudança – assim como qualquer coisa na vida! – o que presenciei neste último final de semana validou estes anos todos de trabalho. Peguei inclusive parte da “bronca” proferida por Sophie, quando alertou para as inúmeras constelações familiares que estão sendo feitas sem entendimento profundo das Ordens do Amor, baseadas na interferência e vontade própria dos facilitadores, como um “alerta” para aprofundar mais no treinamento com meus alunos a respeito do “estado de silêncio interior”, tão necessário para ser um instrumento dentro da constelação.

Sinto que este é o maior desafio àqueles que se sentem chamados a serem um facilitador de constelação: deixar a mente racional de lado. Estar em paz ou razoavelmente confortável com seu próprio estado emocional. Perceber o “campo sistêmico” sem se deixar ser “pego” por ele. Capacidade de comunicação e domínio de situações terapêuticas que possam ocorrer nos grupos e atendimento individual. Capacidade de estabelecer relações empáticas com os clientes e participantes de vivências, sem deixar a posição de liderança do grupo.

É um longo trabalho, porém, instigante e gratificante. E eu aceito este trabalho, me comprometendo a dar o meu melhor para que o aluno que passar por mim, possa adentrar neste estado maravilhoso do “não-saber” e da “ação pela não-ação”. Espero continuar honrando a este caminho maravilhoso da constelação familiar sistêmica. Espero continuar honrando ao trabalho do mestre, Bert Hellinger.

logo alex possato 4