Existem diferentes constelações familiares? (video com Alex Possato)

 

Olá, pessoal! Novo vídeo no pedaço… Existem diferenças nas constelações familiares? Quais são elas? Resolvi falar um pouco sobre este tema, já que tantas pessoas às vezes me procuram e falam sobre diversas formas de constelação que viram… Por que isso acontece? Este é o tema que abordei…

 

 

Acabe com o vício no sofrimento… mas devagarzinho…

vicio sofrimento

 

Cerca de 3 anos atrás procurei uma terapeuta que trabalha com óleos essenciais, e relatei que a razão de desejar o trabalho com ela era o reencontro com a minha capacidade de ter prazer. Estava numa fase muito produtiva profissional, reorganizando minhas finanças e numa boa relação afetiva, mas eu não conseguia curtir. Era tudo muito mental, a cabeça cheia de minhocas, os momentos de celebração poucos e com pouca entrega. Falando sério, eu nunca soube celebrar as conquistas, as vitórias…

E aí, vem ela com uns vidrinhos e óleos essenciais… Lavanda para acalmar, hortelã pimenta para dar um up, ylang-lang para excitar… eu olhei desconfiado para aqueles frascos… Como, justamente eu, capaz de entornar dois litros de vinho em um jantar, vou descobrir o prazer de viver através das sutis – embora deliciosas fragrâncias das plantas?

Faço um momento de pausa aqui na minha narrativa, para tentar lembrar as situações da minha vida onde me sentia verdadeiramente com prazer: a primeira que vem é andar no meio do mato, explorando cachoeiras, com amigos, violão e, lógico, turbinado por álcool. Outros momentos tem a ver com a cabeça chacoalhando ao som de Led Zeppelin, e… claro, bêbado. Mas tem momentos mais lúdicos e nem tão etílicos: brincar com os meus filhos, principalmente na primeira casa que eu pude comprar com minha ex… as crianças correndo no meio do mato, a casa pequena, simpática, uma chácara perdida numa região bucólica de São Roque. Momentos de vitória também: o lançamento do meu primeiro livro, que embora em co-autoria, e sobre um assunto que dizia mais respeito à minha parceira de escrita, me deu também um orgulho de “dever cumprido”. Mais recente, meu casamento foi um momento mágico, inesquecível. A jornada pelo Caminho de Santiago, ao lado da minha amada, deslumbrantemente transformador. Mas pera lá… o caminho de Santiago teve vinho todos os dias. O casamento, um ótimo espumante, presente do cunhado nota 10!

Vamos voltar ao parágrafo anterior? Como posso curtir o prazer da vida nas coisas sutis, se estou viciado somente em fortes emoções, acompanhadas por substâncias químicas?

O vício em picos de euforia

Ontem fiz uma palestra em Brasília, falando sobre prosperidade e paz de espírito (leia aqui sobre a proposta do trabalho). Um projeto novo, mensal, que vai além dos meus trabalhos de constelação familiar, que resolvi compartilhar com o público, falando das minhas experiências, acertos e erros, encontros e desencontros, sempre em busca da realização pessoal, paz financeira e equilíbrio interior. E disse, em algum momento, que nós, seres humanos, estamos viciados.

Sei que nem todos estão viciados em álcool, cocaína, jogos, pornografia, comida, compras, sexo ou trabalho. Mas de maneira geral, estamos viciados em situações que excitem. Mesmo aquelas que, aparentemente, são desastrosas: brigas, competição, perigo e medo. Sabia que estas situações – briga, competição, perigo e medo aumentam a adrenalina, acelera a pulsação, os batimentos cardíacos, dá uma sensação de estar vivo e em instantes, sacia você, dá um relaxamento… para depois… abstinência?

E por que atraímos situações de brigas, confusões, confrontos? Porque somos influenciados pelos padrões herdados da nossa família. Nascemos em lares onde nossos pais, irmãos, avós, tios, são agressivos, ou vítimas, ou reclamões, ou chantageadores, manipuladores, e desde criança “entendemos”, pelo condicionamento, que viver é isso. E mesmo fazendo mal a nós, precisamos repetir estas situações. Viver esta tensão dá uma sensação de pertencimento: uau, eu sou parte da minha família! Agora sofro como eles! Brigo como eles! Fracasso como eles! Sou infeliz como eles! E ao contrário, viver em paz, equilibrado, sem estes picos de excitação, faz com que a gente se sinta excluído. A paz é muito chata! Se não entramos nos problemas da família, do trabalho e do mundo, e até nas nossas próprias neuras, parece que não estamos vivos. É um vício…

Quando eu era menino, e ainda passavam propagandas de cigarro na TV, a que mais me chamava a atenção era do cigarro Hollywood. O slogan, “ao sucesso, com Hollywood!!!” entorpecia a mente, as imagens dos “bugues” descendo dunas de areia com jovens bonitos gritando, asas deltas dando rasantes, pranchas de surf enfrentando ondas radicalmente, ao fundo alguma trilha sonora roqueira… tudo de bom! Menos o cigarro, que era muito forte, ardido… um torpedo no pulmão…

E cá está o Alex, cheirando um vidrinho de óleo essencial. Pode isso, Arnaldo? Quando que os prazeres sutis da vida – um sorriso de criança, um vôo do pássaro, as luzes do entardecer, o profundo e negro céu do planalto, as cores das roupas indianas, os aromas de um alimento… irão me abastecer??? Lógico, tive que procurar mais ajuda em terapia…

Em busca do verdadeiro prazer

No decorrer de três anos, com inúmeras vitórias pessoais e a mania de não curtir nenhuma delas, acabei buscando a psicoterapia. Já não me serve mais uma vida de viciado. Em nenhum aspecto. Nestas décadas, vivenciei muitas experiências de picos de amor, experiências transcendentais, sem estar atrelado a substâncias químicas. Algumas trabalhando nos meus grupos, outras participando de rituais espirituais, outras simplesmente surgiram “do nada”, e eu sei, racionalmente, que na minha vida e para a missão que vim realizar, o vício no sofrimento precisa acabar.

Meu terapeuta tem me acompanhado desde que decidi olhar, pela primeira vez com assistência, para as razões que me levam a me entorpecer. Não somente de álcool. Mas de trabalho, de excesso de leitura e estudo, de distrações diversas… Ele me pergunta: qual a dor que você não quer ver? Como foi a sua relação com o prazer na infância? Quantas desvalidações você passou… e não esqueceu? Qual o seu grau de confiança diante da vida? Quantas mágoas ainda guarda no peito?

E vagarosamente, vamos descontruindo, passo a passo, os personagens feridos que ainda vivem dentro de mim, embora as feridas tenham ocorrido décadas atrás. Quando estudei neurociência, entendi que, para o cérebro, não existe o ontem: qualquer lembrança trazida ao “agora”, se torna “agora”. Isso quer dizer: todas as mágoas e dores que carreguei do passado me fazem continuar a viver no sofrimento. Muitas destas dores estavam soterradas e impedidas de surgirem e se curarem porque eu me entorpeço de diversas formas: não somente bebendo, mas me distraindo, fugindo, fazendo coisas aleatórias, trabalhando, enfurnado na internet, falando besteiras e assuntos aleatórios…

Parei de beber… aí a compulsão me tenta proteger do sofrimento de outras formas: vá viajar! Coma mais! Se distraia! Transe mais! Sim, eu disse: a compulsão me tenta proteger! Porque todos os comportamentos que temos têm uma intenção positiva. Mesmo que vícios, eles possuem um lado amortecedor, prazeroso, protetor…

 

O prazer de viver é suave, constante, sutil

Conforme vamos andando neste caminho de sair dos nossos vícios e distrações, perceberemos fatalmente as emoções escondidas emergirem, como o monstro do lago Ness. A tendência é voltar correndo para o vício, para a distração. É neste momento que devemos exercitar a disciplina férrea. Não ceder ao monstro. Ele não é real. São sombras do passado, e por mais que doa, já foi… É importante olhar nos olhos dele. Olhar para os machucados infantis. Para os momentos em que você foi abusado de diversas formas pelo seu pai, pela sua mãe, pelos seus irmãos, professores, religiosos, pessoas de confiança. As vezes em que você foi colocado para resolver situações que não eram suas, e acabou fracassando. É fundamental chorar as dores não choradas. Reconhecer a impotência da sua criança diante daquilo que foi vivenciado. Despedir-se dos mortos queridos. Expressar para o monstro, quem sabe em voz alta: você me machucou! Vou é um canalha! Você acabou comigo! Você me humilhou!

Olha que quem está falando isso, é um terapeuta já tarimbado em pesquisar as próprias sombras. Mas ainda tinham (ou tem?) algumas. E são as mais intensas… Porque, conforme vamos descascando a cebola da mente inconsciente, nos aproximamos mais e mais do núcleo da sombra. Como no filme Senhor dos Anéis… a longa jornada nos conduz, cada dia, ao núcleo da dor. Ao núcleo do sofrimento… E também à libertação final.

Desfragmentar os diversos “eus sofredores” que habitam o ser é um processo longo, exigente, e que deve ser feito de maneira amorosa. E mesmo antes de chegar “ao fim”, os benefícios são visíveis. Os momentos de paz interior que você começa a viver são cada vez maiores. Ao contrário, as quedas no vício do sofrer e na entrega à dor diminuem. Não importa nem o que efetivamente está acontecendo no seu mundo externo. É uma questão de purificar o seu jeito de ver a si. Limpar os óculos. Deixar, vagarosamente, o padrão de honrar sua família através do sofrer e do recriar dores antigas. Despedir-se da necessidade de adrenalizar a vida… Devagar, devagar, com muita paciência e cuidado… Pois, como diz o grande escritor americano Mark Twain, “Não nos libertamos de um hábito, atirando-o pela janela; é preciso fazê-lo descer a escada, degrau a degrau.”

Constelação Familiar é terapia (video Alex Possato)

 

Neste novo vídeo, Alex Possato explica que, com o desenvolvimento da constelação no Brasil, às vezes perde-se a referência de que constelação familiar sistêmica é terapia. E fala sobre alguns pontos importantes que caracterizam a constelação, como por exemplo, a necessidade de uma questão, um problema com urgência para o início de um trabalho terapêutico.

 

Constelação pode fazer mal? (vídeo)

Oi, gente! Vídeo novo no ar!!! Constelação Sistêmica pode fazer mal? Quais sintomas ocorrem, antes, durante e após o processo? E a vida? Será que muda para melhor? Ou “dá um chacoalhão” antes? É o que abordo, neste vídeo! Bom proveito!!!

Alex Possato

 

Disciplina… sem perder a ternura jamais

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Fato é: uma das maiores razões para alguém não alcançar o sucesso naquilo que almeja é a falta de disciplina. O inverso também é verdadeiro. Já fui taxado de indisciplinado. Na realidade, eu mesmo sempre me achei indisciplinado. Achei, não. Fui. Ou sou. Às vezes. Basta alguém falar: faça isso durante 1 hora, e eu farei por 59 minutos. Ou uma hora e dez. Mas não uma hora. Ou não farei.

Quando pequeno, me chamavam de preguiçoso, dissimulado, indolente… naquela gentil e amorosa forma de bullying, que denominavam educação infantil. Pensando agora, eu era um dos que mais trabalhava dentro de casa. Mas fazer o quê? É assim que me ensinaram. E não é que eu acreditei? Sou preguiçoso!

Lógico: criei um ódio mortal quanto às figuras de autoridade e às ordens, já que me senti muito ferido e injustiçado em relação à forma como fui disciplinado. Por que que tenho que acordar cedo para fazer lição, se quero dormir até as 10? Para que limpar este canteiro no jardim? Por que que tenho que estudar, se quero brincar ou ficar vagando com minha mente vertiginosamente fértil? Não entendi e não aceitei as imposições. Mas por outro lado, tinha que fazer, porque havia castigo. Que saco, não? Quando eu crescer, eles vão ver só!

E não é que eu cresci? Tô grande! E peludo. E subitamente, me vejo tendo que dar ordens para mim mesmo: controle suas finanças! Organize sua agenda! Corte as distrações! Cuide de seu corpo com amor! Para de beber! Receba o seu cliente! Fique com sua mulher! E assim por diante…

E da mesma forma como quando criança, me vejo obedecendo somente na pressão. Ou não obedecendo. Vou confessar uma coisa: aprendi a empreender, organizar meu tempo, planejar e executar por causa das minhas dívidas. No fundo, eu queria que tudo se resolvesse por obra e graça do Espírito Santo. Mas não funcionou. Até acender vela eu acendi. E as dívidas multiplicavam…

Foi com muita raiva que arregacei as mangas, e falei: vou acabar com estas dívidas de uma vez por todas. E comecei a estudar os 12 passos do endividado anônimo, comprei tudo quanto é livro de organização financeira, vi vídeos e palestras… e iniciei a árdua tarefa de OBEDECER o que era recomendado. Se não fosse na marra, com uma corda no pescoço, eu largaria… eu voltaria ao meu estado indolente e revoltado contra minha educação na infância… Indolente, revoltado e endividado.

Não foi fácil. Não trabalhei sorrindo nem me organizei com alegria… Tive que fazer coisas que, quando pequeno, odiava: lista de tarefas e prioridades. Controlar horários e executar. Perceber metas e verificar a qualidade da execução. Dizem que Deus escreve certo por linhas tortas. Sei lá. Fato é que eu fui ensinado direitinho. De uma forma um tanto quanto ditatorial, sanguinolenta e ensandecida, mas fui. Bastava aplicar o que papai, mamãe e meus mestres ensinaram…

Bem… dívidas pagas… aí… adivinha? Perdi a motivação. Se aprendi a fazer planejamento e execução somente na pressão, não havendo pressão, larguei mão. O barco andando, minha carreira indo tranquilamente para frente… podia me encostar num barranco… Mas a vida é sábia. Deu-me uma alma que deseja expansão. Expansão no trabalho, expansão no conhecimento, expansão no bolso, expansão na espiritualidade… Falar a verdade, não aguento barranco não. Mas também não queria ter que me esforçar para mudar.

O problema é que esta equação não bate. Se estou num lugar, até agradável, mas almejo um novo patamar, tenho que sair da zona de conforto, né? E muito cedo tive que olhar novamente para a mesma coisa: planejar e executar. Mas como planejar, se estou numa situação confortável? Meu sistema não entende “bem-estar”, “alegria e paz” junto com “ação”. Ou melhor, não entendia… pois me vi na necessidade de ressignificar minhas estratégias. Um lado mais equilibrado da minha mente louca diz: eu posso crescer em paz. Ter harmonia nas ações. Sim! Eu posso e quero!

Estou sendo convidado a ter disciplina, mas uma disciplina que não parte do meu “lado sofredor” e ameaçado por algo muito ruim… Esta disciplina parte de um lado centrado e amoroso, que diz: existe um novo lugar para você! Um novo e ótimo lugar! E você precisa se mover até lá! Com suavidade, mas também firmeza. Clareza de propósito. Amor e respeito pelo seu próprio ritmo, mas sem cair na tentação da preguiça e procrastinação…

E se eu cair? Como acabo caindo várias e várias vezes… (sou humano, sabe?) Bem… levanta, sacode a poeira… continuemos… O mapa tenho nas mãos. Por escrito! Sim, me ensinaram quando pequeno a fazer um planejamento por escrito. Vovó, a megera, torturando-me com suas ameaças terríveis e bolos de fubá sublimes. Depois, já adulto, minha ex apresentou-me ao mind map. Brilhante! Um mapa mental, visual, onde posso, num apanhado rápido, captar as coisas importantes, fundamentais para minha vida, que me inspiram. Para onde devo ir. (Quer saber qual programa de mind map eu utilizo? Uso o mindmeister.com e adoro!)

Conversando hoje com meu terapeuta Walfredo Medeiros, ele me instruiu: fique atento! A sombra está sendo afogada, e ela não quer morrer. Para o leitor que não entende este contexto, a sombra, neste caso, é o meu “eu sofredor”, que aprendeu a dureza do fazer na infância, e ou agia como um general, ou se rebelava e ia para a preguiça.

Existe um lado centrado, amoroso – dentro de mim e de qualquer um -, que quando obedeço, tenho muito prazer e ótimos resultados. Um pouco antes de ir à terapia, acordei mais cedo para meditar. Havia colocado o relógio, e nem pensei muito nisso. E tive uma experiência meditativa fantástica. Sem esforço. Sem me machucar. Sem o “tenho que meditar, caso contrário meu mestre espiritual irá me punir!”. Creia: a disciplina pode ser suave, e o caminho, prazeroso… Para muitos de nós, não há mais sentido uma vida de sofrimento e esforço, metas sem sentido e castigos se não formos bons meninos! A luta entre o general interior e o eterno rebelde sem causa pode, assim, se encerrar. Para seguirmos amparados, quem sabe, pelo sábio e a criança saudável, que residem em nós também…

Que sua vida seja suavemente disciplinada… e plena!

Constelação Familiar com Alex Possato, em SP

 

SP ago_2017

Olá, pessoal!

A constelação familiar em grupo é para mim uma ocasião onde posso passar um pouco deste conhecimento precioso de Bert Hellinger, auxiliando efetivamente no seu desenvolvimento pessoal e até profissional, ao entrar em contato com as Ordens do Amor e entender os padrões herdados que interferem na sua vida.

Além disso, é um mergulho no “campo sistêmico”, um ambiente de ressonância e sincronicidade onde emoções profundas são compartilhadas, e a partir disso, os participantes – de acordo com a própria vontade e mérito – têm a oportunidade de libertarem-se de medos, dores, traumas, conflitos, tristezas. Acessam assim a alegria de viver, a energia de reconciliação, aprendem a colocar limites e também a não invadir. Enfim, um trabalho muito especial!

E agora tenho realizado os grupos de constelação no Espaço Maestro – têm sido muito rico, profundo e até divertido! Quase ao lado do Shopping Paulista, pertinho do metrô Paraíso e Vergueiro… Estou muito feliz em realizar este trabalho nesta nova fase, em Sampa! Espero ver você! Até breve!

Alex Possato

10 de agosto de 2017 (quinta-feira)

Constelação Familiar em grupo ( 5 vagas ) – das 15 às 21h


Valor sugerido para constelar: R$ 400,00

Valor sugerido para participar: R$ 50,00


Informações e inscrições: atendimento@alexpossato.com

Local: Espaço Maestro
Rua Maestro Cardim, 1170 – Paraíso – São Paulo (ao lado do Shopping Paulista, 10 minutos do metrô Paraíso ou Vergueiro)

Treinamento de Constelação Familiar Sistêmica (vídeo)

Gente! Entrando em nova fase dos meus trabalhos, lancei este vídeo “inédito” falando sobre o treinamento de constelação familiar sistêmica que desenvolvo desde 2012, em algumas cidades brasileiras, curso que já atendeu algumas centenas de alunos (muitos dos quais já estão se utilizando do conhecimento para seus trabalhos e profissão!)

Falo especificamente sobre a influência do Movimento do Espírito de Bert Hellinger, na minha forma de proceder com a constelação; do profundo mergulho nas questões pessoais que o aluno realiza, durante o curso; do treino e prática intensiva realizados nos módulos; da abertura para a participação nos meus trabalhos terapêuticos de grupo – permitindo aprimorar-se na técnica e também um dos maiores diferenciais: o laboratório de constelação familiar (Projeto Incluir), onde o aluno irá, sob supervisão, conduzir constelações em grupo, atendendo pessoas da comunidade e ganhando experiência para o momento em que se sentir capacitado a iniciar o próprio trabalho.

O vídeo é curtinho! Dá uma curtida e não se esqueça de assinar o Canal Constelação Essencial no Youtube, para receber sempre os vídeos novos que eu irei subindo semanalmente!