Agradeça por TODAS as fontes de dinheiro que passaram por você!

Costumamos analisar os trabalhos da seguinte maneira: este lugar foi bom porque conheci pessoas legais, ganhei razoavelmente bem, fui respeitado. E aquele lugar foi ruim porque o chefe era um inferno, o salário era uma miséria, o local de trabalho inapropriado e as obrigações trabalhistas não foram respeitadas.
Aos olhos sistêmicos, é uma visão bem limitada, embora seja comum pensarmos assim. Por que é bem limitada? Porque estamos analisando a nossa trajetória profissional como se o trabalho fosse feito para servir ao nosso conforto e bem-estar. Na minha visão, trabalhamos para crescermos interiormente. Aprender a humildade. O serviço. A ter disciplina. A arte de dar valor a si e àquilo que produzimos. A colocar limites. Saber estabelecer parcerias. Saber usufruir dos ganhos. Aprender a planejar. Experienciar o poder do compartilhar.
O trabalho é um dos braços da realização.
Mesmo aqueles que foram uma real dor de cabeça na nossa vida, vieram para que pudéssemos entrar em contato com nossos dons internos e nossas habilidades adormecidas. A vida está o tempo todo trabalhando para o nosso despertar, e quantas vezes negamos isso, reclamando dos presentes que ela nos dá?
Convido você a fazer uma lista dos lugares em que você ganhou dinheiro. Desde aquela mesada ou dinheirinho que a família lhe dava para comprar doces, até seu primeiro salário. E depois, trabalho a trabalho – em empresas, ou bicos, ou serviços informais. Olhe um por um. E sinta o que vem. Deixe vir qualquer sentimento: desde os mais suaves, até os mais dolorosos.Os bem-sucedidos e os fracassos. Permita que esses sentimentos façam parte. Não tente racionalizar. Somente olhe. E sinta. E deixe partir, no momento adequado. Assim, a gratidão, naturalmente, vai chegando, chegando, chegando…
Faça isso, com certa periodicidade, e veja o que acontece. E depois, conte para nós!
Alex Possato

Tabagismo: o que fazer com o vício de cigarro?

Alex Possato, respondendo à sugestão de assinantes do Canal, fala sobre o tabagismo – vício no cigarro e o que a constelação familiar sistêmica diz a respeito. Conta também sobre a sua experiência como tabagista durante 15 anos, e dá uma dica muito especial, porém, um pouco fora do comum, para que a pessoa viciada em cigarro possa começar a ficar em paz com o vício e possa ir abandonando-o… Quer saber? Dê uma olhada no vídeo!

Curso de Constelação Familiar Sistêmica:

Treinamento

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Conheça o trabalho de Alex Possato acessando:
Site e blog: http://www.alexpossato.com
Instagram: https://www.instagram.com/alexpossatooficial/
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Vítimas e agressores em paz

Sempre que vejo pessoas assumindo uma posição de defesa de vítimas, de forma intransigente e cheia de raiva contra o agressor, entendo que esta pessoa atrairá um destino muito pesado para ela. Esta é uma lei sistêmica. Agressores e vítimas fazem parte de um jogo maior, estão a serviço de algo que precisa ser mostrado na família ou na sociedade.
Ambos estão a serviço, inconscientemente. Como diz Bert Hellinger, olhando através de uma consciência maior, não há certos e errados. Bons ou maus. Tudo é como é. Da maneira como é.
E quando não conseguimos agir a partir desta consciência maior, agimos através da consciência menor, que sempre irá separar, julgar, condenar. Olhemos os justiceiros. Em geral, morrem tragicamente. E muitas vezes, estes justiceiros, em nome daquilo que defendem, causam tanto mal quanto os agressores. “O agressor age, enquanto a vítima sofre. Julgamos tanto mais culpado o agressor e tanto mais grave o seu ato quanto mais indefesa e impotente for a vítima. Após o fato, porém, ela raramente continua indefesa. Pode agir e exigir do culpado justiça e reparação, colocando um ponto final na culpa e possibilitando um recomeço.
Quando a própria vítima não age, outros agem no seu lugar, porém, com uma diferença: o dano e a injustiça que causam em seu lugar são muito piores do que se a vítima tivesse exigido justiça e se vingado por seus próprios meios”, explica Hellinger.
Desta forma, entendemos que sempre haverá erros a serem reparados e esta roda não para de girar.
Quando ela pode parar? Quando agressor e vítima se reconhecem como iguais. Ou quando a dor e dano tiver sido tão, mas tão excessivos, que ambos se reconhecem como derrotados e podem partir.

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Nossos velhos pais

Conforme nossos pais envelhecem, é comum que nos achemos mais capazes que eles. Mais inteligentes. Mais lúcidos. Até pode ser. Porém, comumente se estabelece um jogo emocional que os filhos não se dão conta: a vontade de descontar neles todas as dores antigas de rejeição, tratamento diferenciado entre irmãos, maus tratos, descasos… E sob o pretexto de que estamos fazendo o melhor para eles, passamos a desrespeitar suas opiniões, suas vontades e até suas incoerências, como se tivéssemos o direito de controlá-los. Tornamo-nos pais dos nossos pais, quer dizer, nos colocamos no lugar dos nossos avós.
Sistemicamente, o que ocorrerá? A mesma reação (às vezes inconsciente) que os pais tinham em relação aos avós será despejada contra os filhos. E o pior: os filhos, que gostariam de ver seus esforços valorizados, reconhecidos, sentir-se-ão menosprezados mais uma vez. Como nós estamos fora de lugar, nossos filhos também não nos respeitarão. O jogo do sofrimento se perpetuará, reacendendo mágoas antigas.
Claro que em casos de incapacidade mental, é diferente. Porém, a maioria das vezes observo somente birra e picuinhas desequilibrando a relação entre pais idosos e filhos.
Seria tão mais fácil dizer: sim papai! Sim mamãe! Vocês têm razão! E sorrir, mesmo que às vezes as decisões deles sejam meio incoerentes, até infantilizadas. Tudo bem! Eles têm o direito! Eles são os grandes. Nós, os pequenos.

 

Alex Possato


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Ex-relacionamento: o que fazer?

Uma dinâmica em relacionamentos afetivos que trabalho bastante é o fato de muitas pessoas estarem ligadas às ex-relações afetivas que terminaram de forma dolorosa. Pode ter sido aquele namoradinho de infância que você amava demais, e romperam sem mais nem menos. Ou o noivo que, na hora de decidir pelo casamento, encontrou outra pessoa e a relação se rompeu. Talvez o namoro que foi desaprovado pela família, apesar do amor mútuo. Além, é claro, daquelas relações que estão contaminadas pelos vícios, jogos de opressão e submissão, desinteresse, manipulação, interesses financeiros, entre outras situações desagradáveis.
Deveríamos entender, quando estudamos a fundo constelação familiar, que as relações são formas de resgates de emaranhamentos anteriores. Que muitas vezes nem tivemos conhecimento, pois nossos pais, avós e bisavós vivenciaram muita coisa em suas relações. E o que ficou mal-resolvido, continua pedindo para ser visto, pelas gerações posteriores.
Mesmo que você não tenha conhecimento destas situações do passado familiar, pode muito bem olhar para as suas próprias dores, mágoas, tristeza, medo e raiva que despertam nas relações atuais. Aprender o significado destes sentimentos na sua vida. Assim, você se torna forte, emocionalmente, e mais maduro para prosseguir. Quando este processo é completado (e isso vai exigir uma boa dedicação sua), finalmente, você poderá olhar para a antiga relação, agradecer profundamente… e libertá-la. Uma vez me perguntaram: o que fazer, já que tive algumas dezenas de casos mal terminados? Bem… olhe para aquelas que mais incomodam… Não devemos fazer trabalhos internos carregados de culpa. Tudo o que vivenciamos e a forma como nos comportamos, era o jeito que tínhamos, no momento… Acredito que não é para não errar que estamos nesta vida. Mas sim, para aprender com nossos erros. 

Alex Possato

 

Eu escolho adoecer

 

O jovem estava no carro, com seu melhor amigo. Um descuido, um acidente, e o melhor amigo morreu. Sem ter esta consciência, a partir deste instante o rapaz que sobreviveu carregou a culpa por não ter ido no lugar do amigo. E fez um pacto: já que não posso morrer agora, vou fracassar na vida, assim, através do meu sofrimento, honrarei a morte dele.
Todas estas percepções vieram após uma constelação familiar. A solução, nestes casos, é reconhecer a própria impotência diante da situação, e entender que o Destino é o “grande”, e nós somos os pequenos. Este tipo de mentalidade, de quem deseja se sacrificar para salvar pessoas, é um pensamento infantil e que vai contrário à vida.
Quantas vezes, inconscientemente, nos envolvemos num pacto de sofrimento, por termos presenciado cenas na infância extremamente dolorosas? Filhos de pais alcoólatras, mães neuróticas, ou presenciando a morte de familiares com doenças fulminantes… Por amor, falamos para nós mesmos: eu queria tanto salvá-los! E como isso é impossível, entramos no mesmo ciclo de adoecimento. “Quando esse amor infantil e trazido à luz, talvez essa criança – agora adulta – perceba que não pode superar a doença, o destino e a morte do outro através do seu amor e dos seus sacrifícios, mas que deve se expor a eles, impotente e corajosamente e concordar com tudo assim como é”, nos ensina Hellinger, em O Amor do Espírito.
Desta forma, tenho visto pessoas se recuperando de suas questões de saúde, ou pelo menos, aprendendo a viver com mais leveza e prazer. 

Alex Possato

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Atendimentos em grupo e individual

Pais e filhos constelados

Os pais, ao olhar da constelação familiar sistêmica, deveriam sempre ter muito orgulho de serem pais. Mesmo que reconhecendo seus erros, suas deficiências, seus destemperos: fizeram o melhor pelos filhos, que cresceram e estão prontos para a vida. Darão certo? Terão sucesso? Isso não é mais assunto dos pais. Eles os liberam para que sigam o caminho, e possam transmitir o melhor deles em nome de todo o sistema familiar, de toda a ancestralidade.
E os filhos, ao contrário, mesmo reconhecendo que talvez tenha havido deficiências na educação, no trato, que muitas coisas doeram, entendem que os pais agiram da forma como agiram porque aprenderam com os avós a serem assim. E que carregam muitos traumas e dores – deles e do passado familiar, e não poderiam ter feito melhor. Reconhecem que os pais deram o que puderam para eles e não exigem mais nada. Seguem de peito erguido, confiantes, sabendo que atrás deles a força (simbólica) dos pais os sustentam. E caminham com gratidão, fazendo a vida do jeito que acham que é o correto. Estão livres para acertar, errar e crescer.

Assim são pais e filhos que estão em paz com o próprio passado.

Alex Possato

 

Curso de Constelação Familiar Sistêmica em São Paulo inicia agora, em fevereiro!

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Tornar-se constelador é muito mais do que ser um terapeuta familiar: um constelador é um alquimista, que auxilia a olhar o que é excluído. Desta forma, o constelador age sempre experimentalmente, como um cientista em busca de uma reação química. Ele não quer curar, mudar a vida do seu cliente ou mostrar seus conhecimentos e técnicas. Não deve ter certeza de nada, e é assim que ensino meus alunos. Baseio-me naquilo que aprendi, e sigo o que Bert Hellinger indica: “Quando alguém diz que não é como afirmei, eu imediatamente me redireciono. Então ponho à prova minha solução e procuro outra. Portanto, em minha percepção, também me oriento pelos outros. Eu começo e depois corrijo. Se eu apenas afirmasse, seria muito mau. Seria excessivamente arriscado para mim”. (Religião, Psicoterapia e Aconselhamento Espiritual, pg. 123)


Treinamento de Constelação Familiar Sistêmica em São Paulo com Alex Possato
Início em 9 e 10 de fevereiro
Leques Brasil Hotel

Mais informações sobre o curso de constelação familiar, clique aqui 
Informações por Whatsapp, com Patrícia: (11) 99791-7211

Você carrega o peso da família em si?

carregando a familia

Uma das características mais comuns de pessoas que me procuram é esta: são ou se sentem responsáveis por cuidar dos pais ou irmãos. Entendo que existe uma coisa cultural aqui no Brasil: é uma tradição social, moral e vinculada a idéias religiosas, cuidar de parentes que estão em necessidade. E não digo que é errado. Muitas vezes, podemos fazer
algo por nossos parentes, pelos nossos pais, ou às vezes um parceiro que está em situação ruim, e isso não nos afeta em relação aos nossos planos pessoais.
Afeta? Você já não consegue traçar seus planos profissionais, pessoais, de relacionamento, estudos, porque está preso aos cuidados de alguém? Comece a se investigar, porque você deve estar emocionalmente vinculado a alguma culpa que não tem nada a ver com você. E isso suga a sua energia. Impossibilitando ou dificultando em muito a sua caminhada pessoal.
Cuidar dos outros é possível e muitas vezes, inevitável. Mas para o bem do seu sistema familiar, cuidar de si, em primeiro lugar, é fundamental. Somente você estando bem, poderá ser um verdadeiro apoio para que o seu sistema familiar possa também se desenvolver de forma saudável.

 

Retiro de silêncio por 10 dias!

meditação

Oi gente! como estão vocês? Espero que tenham tido uma ótima passagem de ano! Só um recadinho! A partir de hoje entrarei num retiro de silêncio e meditação, durante 10 dias, e por isso, não estarei comunicável. Mas depois do dia 21 de janeiro, tudo bem, já estarei de volta! Minhas postagens continuarão sendo colocadas diariamente, acompanhem! Se inscrevam na minha página Alex Possato Oficial, para não perder nenhuma! (https://www.facebook.com/alexpossatooficial/) e também na minha página do Instagram (https://instagram.com/alexpossatooficial/) e também vejam meus vídeos no canal do Youtube (https://www.youtube.com/channel/UCe12auz0UHti7dGlwijSO6g) Qualquer coisa que precisarem, falem com a Patrícia. O zap dela aparece como Alex Possato Atendimento (11) 99791-7211 … Ótima jornada neste 2019 para todos e todas!!! Abração!

Alex Possato