Amor só vive em liberdade

Umas das coisas que mais me incomoda é quando vejo as pessoas manipulando outras. Família usando de mil artifícios para manterem seus membros presos a si. Empreendedores amarrando fornecedores, funcionários, sócios, clientes… Prestadores de serviço que dão um jeito de não deixar o cliente partir. Inúmeras empresas, que hoje está avançando até no mundo da terapia, desenvolvendo o que chamamos de marketing de rede, onde as pessoas são instigadas a trabalhar e atrair outras pessoas para aquele determinado caminho, com táticas sedutoras…
A raiz de tudo isso, ao meu ver, é o medo. Como muitas pessoas têm medo e não confiam no movimento natural do universo, precisam “amarrar” seus clientes, seus membros, as pessoas que compartilham da mesma ideia. E as pessoas “amarradas”, igualmente com medo e carentes, vêem no esquema uma forma de se sentir protegidas.
Talvez tenhamos ouvido a frase: amor só vive em liberdade. É o que creio. O Amor maduro, seja numa relação afetiva, familiar, profissional, espiritual, política, esportiva, etc., é pautado na liberdade de estar, ou não estar. Participar, ou ir embora. Ajudar, enquanto tiver sentido.
Lógico que a liberdade dá medo! É angustiante, às vezes. Mas a liberdade não cria “amarrações”. Não deixa arestas para serem aparadas. Seremos verdadeiramente livres quando cumprimos com todas as obrigações assumidas, os compromissos, e depois, podemos partir. Ou podemos ficar, e criar “novos contratos”, onde as partes estabelecerão novos compromissos, direitos e deveres. Com o máximo de flexibilidade possível.
Estaremos exercitando a sutil arte de ser necessário até um ponto, e depois nos percebermos desnecessários, e assim, podemos seguir. E deixar os outros livres. Quanta confiança em Algo Maior, ou Deus, esse movimento livre e espontâneo despertará em quem participa dele!

Alex Possato

Para que serve um curso de constelação familiar?

 

Bem, a resposta mais óbvia seria: para se tornar um terapeuta de constelação. Porém, eu quero ir além do óbvio. Por quê? Por vários motivos. Primeiro: um terapeuta nasce terapeuta. Mesmo que tenha andado por outros caminhos, como economista, administrador, dona de casa, comerciante, advogado, professor, artista, assistente social, padre, estudante… a vontade de curar deve vir de longe…
É comum que o terapeuta em potencial tenha passado por tantas dores que ele sente a necessidade de se curar, ao mesmo tempo que vê em si a vocação para trabalhar com a cura. E neste sentido, o curso de constelação familiar sistêmica que conduzo é realmente uma jornada em si, no próprio sistema e investigaremos profundamente as ligações das dores com o passado familiar. Aprendi constelação, constelando-me. Mergulhando profundamente. Me virando do avesso. E também reconhecendo tanta coisa boa que herdei dos meus pais e antepassados.
Dito isso, tenho também que dizer que o processo da entrega ao caminho de constelador é algo para toda a vida. Temos muita coisa desalinhada, e conforme vamos andando, vemos novos nuances de situações que julgávamos em paz. Às vezes, um cliente, com sua questão e sua história familiar irá disparar lembranças e processos de cura em nós mesmos, terapeutas. Canso de vivenciar isso: o cliente senta em minha frente, e quando abre a boca, lá está! A minha questão, o meu problema! Sim, acabo me trabalhando através do processo do atendimento. Tenho certeza que muitos outros terapeutas e consteladores passam por isso. Afinal, tudo é sistêmico. A constelação não é só uma técnica utilizada no momento do atendimento individual ou em grupo: passamos a ver o sistema se movendo, as pessoas chegando ou indo, as situações ocorrendo na nossa frente como o desdobramento de uma grande constelação em nossa vida.
Assim, um curso somente não forma um constelador. É a vida que forma. E lógico, o treino. Muito treino. E muito estudo.
Na minha percepção, o curso de constelação abre um caminho de vida. Um portal mágico (não tenho inibição em dizer esta palavra, porque é mágico mesmo – e exigente!) que nos possibilita uma leitura do mundo, da vida, das pessoas e de nós mesmos a partir de um aspecto amplo, que engloba os grandes movimentos, as razões que extrapolam as vontades individuais. Nos quedamos maravilhados diante de uma inteligência maior, que comanda tudo. Tanto os aspectos prazerosos quanto os dolorosos, e aos poucos, compreendemos, no coração: é tudo amor!
Ser terapeuta de constelação sistêmica, portanto, nos provoca a nos tornarmos humildes, flexíveis, humanos ao extremo, conscientes do nosso pequeno papel na vida e da importância de tudo o que veio antes. Consciente também da interdependência de tudo e todos, e por isso, menos ávidos por mudar o mundo, já que passamos a ver a perfeição neste mundo aparentemente imperfeito.
Quando busquei a terapia da constelação como cliente, estava tão amargurado e desconstruído que desejava uma cura profunda. Queria que algo poderoso tirasse o tanto de dores que eu estava vivenciando, há 11 anos atrás. Posso dizer que esta cura veio, mas de uma forma muito diferente daquela que eu imaginava. A constelação me mostrou a crueza da vida. A dificuldade de relacionamento entre os meus pais, que refletiu também na minha dificuldade de relacionamento. Jogou-me na cara que eu estava sendo um pai tão perturbado como a imagem perturbada que eu carregava de papai e mamãe. E o balde de água fria foi ensinar-me a olhar a vida como ela é. E não como eu queria que fosse. Passei por uma intensa reprogramação interna. Na realidade, nada externamente mudou. Mas eu mudei. E por isso, o externo também mudou.
Mergulhar na constelação familiar exige coragem. E se tornar um terapeuta sistêmico mais ainda. Exige postura de guerreiro, força interna, confiança em Algo maior e a propensão para reconhecer nossos pais como os pais adequados para aquilo que viemos exercer no mundo. Não é necessário perfeição, pois isso não existe. Mas a boa vontade para olhar. E querer ver. Em todos os sentidos. Este terapeuta estará assim, através do seu próprio “campo sistêmico”, influenciando na mudança e adaptação de outros “campos”, auxiliando no despertar da força e Amor que se demonstra quando reconhecemos nossas raízes, reverenciamos nossos pais e nossa terra, e olhamos para a vida. A nossa vida.

Curso de Constelação Familiar Sistêmica em Brasília
7a. Turma
Início em 27 e 28 de julho!
Inscrições abertas!

Clique no link e inscreva-se! https://alexpossato.com/brasilia2019/

O que existe por trás do medo da escassez?

Quantas pessoas morreram na miséria, no passado familiar? Quantos se suicidaram, após alguma perda? Outros entraram em vícios, jogos, mulherada… Muita gente pode ter ficado com raiva pelo mau uso do dinheiro. Corruptos, traficantes, falsários, estelionatários ou empreendedores inescrupulosos podem ter sido nossos pais, avós, bisavós… Ou, quem sabe, gente explorada, assassinada, enganada por causa de dinheiro e posses.
As histórias deveriam morrer com o passado. Porém, como não foram bem digeridas pelas gerações anteriores, continuam “pesando” na vida dos descendentes, causando o que chamamos de “emaranhamentos”. Sem saber, inconscientemente, carregamos culpas, medos, pânico, desvios de comportamento e instabilidade emocional que nos leva ao fracasso, ao vitimismo, à dó, ao descontrole…
O grande trabalho de quem se investiga é tomar posse dos inúmeros dons que herdamos, e trazem benefícios ao mundo, e deixar estas identificações com os fracassos, mortes e perdas para o passado.
Mas como se faz isso?
O caminho é olhar para nossa relação com os pais. Se foi através deles que recebemos tudo o que somos nesta vida, será através deles que devolveremos todos os pesos que carregamos também. Falando especificamente de dinheiro, quanto mais em paz estivermos com tudo o que recebemos financeiramente dos pais (mesmo que tenha sido nada!), mais em paz estaremos com o poder da prosperidade que possuímos.
Podemos trabalhar nossa inveja, culpa, medo, raiva, ciúme, sensação de fracasso, dó, ambição, competitividade enlouquecida e muitos outros padrões que aprendemos devido a criação que tivemos, e ao processar tudo isso, deixamos o excesso para eles: papai e mamãe.
O poder de construir uma vida próspera começa em nós. Às vezes não vemos que os nossos pais e antepassados nos legaram também a força para o trabalho, a inteligência para administrar nossa vida e o amor para oferecermos os frutos daquilo que fazemos ao mundo. Quem sabe se pudermos amar também aqueles que venceram no passado – os ricos, poderosos, fortes, investidores, pioneiros, exploradores – consigamos equilibrar a força de realização, dentro de nós?

Alex Possato

Como ter gratidão se estou magoado?

 

É quase diário receber alguém com a história familiar extremamente dolorosa. Olhando em volta, pensando nos meus amigos, parentes, alunos e clientes, posso dizer com certeza de que a maior parte das pessoas tiveram muitas complicações na infância, presenciaram muitos problemas entre os próprios pais e herdaram padrões familiares bem complicados.

Junta-se isso a uma diretriz espiritual que ao meu ver, é muito mal entendida – “amar pai e mãe” e aí vemos as pessoas tentando engolir todas as mágoas e desacertos do passado para dizerem: sim, sou grato à minha família!

Falo sempre a todos: constelação familiar é terapia, e não tratado de moralismo. Terapia lida com sentimentos, padrões de comportamento, falta de energia, descontrole emocional. Como podemos fazer terapia e não olhar para as dores do passado? Impossível, não é? Forçar alguém a acreditar que “temos que ter gratidão”, como vejo e ouço por aí, não resolverá o problema de ninguém.

Como posso ter gratidão, se estou magoado? Se tenho raiva? Se, às vezes, minha dores nem conseguiram ainda sair do porão do inconsciente? Acho que existe um caminho:

1 – olhar para as dores, todas elas. Verificar pacientemente cada mínimo sentimento que a lembrança do passado desperta.

2 – aprender a lidar com elas. Como? Percebendo que tudo isso são memórias passadas. Que as pessoas que achamos que nos feriram, também estavam cegas e feridas pelo passado delas. Que por acaso, é o mesmo que o nosso.

3 – arcando com toda esta bagagem, e reconhecendo o aprendizado que tivemos, através da dor, da exclusão, das separações.

4 – assim, crescemos. Nos tornamos adultos, e podemos ir para a vida.

5 – indo para a vida, sentiremos gratidão por tantas pedras que ultrapassamos, pois somente aí, entenderemos na prática o sentido maior de toda a nossa infância, de todo o passado familiar, e a função dos nossos pais.

6 – dar o tempo necessário para que o processo ocorra naturalmente.

Alex Possato

 

Qual o significado de triangulação amorosa?

Dia desses um seguidor do meu canal no Youtube pediu para eu falar sobre triangulação amorosa. Ainda não fiz o vídeo, mas fiquei pensando sobre o assunto. E mais que pensar, afinal, esse assunto foi muito recorrente na minha história familiar e é importante falar de um lugar emocionalmente distanciado, fui estudar sobre o assunto. E como sempre, recorro ao querido Bert Hellinger, com suas visões provocativas, que me faz abrir a mente e o coração. Por exemplo, ele diz sobre a infidelidade: “Frequentemente, chega-se a uma situação em que se encontram outras pessoas importantes. Nesse caso, o outro não tem o direito de persegui-lo. Ele deve respeitá-lo assim como é e, talvez, exista uma boa solução para todos”. Legal, né? Você está vendo o seu namorado ou namorada ir com outro, e por mais que doa, diz: ok! Assim seja!
Bem, eu não! Eu atiro uma geladeira na cabeça dela! Por quê? Como disse, tenho no histórico familiar situações dolorosas de triangulações e infidelidade. No fundo, o que dói e me impede de olhar como um adulto que sou é que estou preso a uma carência. Qual carência? Não sei. Deixa eu perguntar pro Bert. E ele responde, com sua habitual franqueza: “Se um parceiro se encontra intensa e frequentemente com sentimentos infantis, isso é um risco para o relacionamento. Às vezes um parceiro diz ao outro: Se você me abandonar eu me mato, pois então a vida não tem mais sentido para mim! Com isso, o outro assume o papel de mãe, que deve zelar pela sobrevivência da criança. Com isso, ele deixa de ser um companheiro e, para ele, não existe outra solução senão abandonar a relação”. (Para que o Amor dê certo)
Então quer dizer que sou eu e minha carência de mãe que provoca o afastamento da minha companheira? “Sim”, responderia Hellinger.
Tudo bem. Acho que é o suficiente por hoje. Ficarei com isso, como digo aos meus alunos e clientes.

Alex Possato

Constelação Familiar em São Paulo, com Alex Possato

5. 2019 CG 21 maio

Olá, pessoal!

A constelação familiar em grupo é para mim uma ocasião onde posso passar um pouco deste conhecimento precioso de Bert Hellinger, auxiliando efetivamente no seu desenvolvimento pessoal e até profissional, ao entrar em contato com as Ordens do Amor e entender os padrões herdados que interferem na sua vida.

Além disso, é um mergulho no “campo sistêmico”, um ambiente de ressonância e sincronicidade onde emoções profundas são compartilhadas, e a partir disso, os participantes – de acordo com a própria vontade e mérito – têm a oportunidade de libertarem-se de medos, dores, traumas, conflitos, tristezas. Acessam assim a alegria de viver, a energia de reconciliação, aprendem a colocar limites e também a não invadir. Enfim, um trabalho muito especial!

Espero ver você! Até breve!

Alex Possato

21 de maio de 2019 (terça-feira)

Constelação Familiar em grupo ( 3 vagas ) – das 18:30 às 22h


Valor sugerido para constelar: R$ 500,00

Valor sugerido para participar: R$ 50,00


Informações: atendimento@alexpossato.com ou (11) 99791-7211 (whatsapp)

Inscrições clique aqui

Rua Dr. Neto de Araújo, 320 – Vila Mariana (sala de reunião) – Vila Mariana (5 minutos do metrô Vila Mariana)

 

Pacificando pensamentos e medos (vídeo)

Oi gente! Aproveitei mais um post que fiz no Instagram, a partir de uma frase de Bert Hellinger, para instigar você a pensar numa coisa: de onde vem suas idéias, crenças, medos? De quem são estes conflitos que carregamos dentro de nós? Será que precisamos combatê-los? Enfim, praticante de tantos caminhos espirituais e de autoconhecimento, sempre fui confrontado com esta questão: lidar com os pensamentos revoltados e os medos mais infundados que existem em mim. E fui descobrindo novas formas de olhá-los. E agora, compartilho com você, a partir do ponto de vista da constelação familiar… Quem sabe possamos conviver em paz com “nossas neuras”?

Não podemos atender “vítimas”

Quando falamos em vítima, estamos falando de um jogo neurótico que permeia relações humanas, descrito por Eric Berne nos trabalhos de Análise Transacional. Berne esclarece que nestas relações doentias, duas pessoas (ou grupos) se revezam em papéis diferentes: o salvador – o perseguidor/acusador – a vítima.
Vou dar um exemplo, que pode se encaixar em tantas e tantas situações: você vê alguém sofrendo. Você faz seus maiores esforços em auxiliar esta pessoa. Você quer salvá-la – se transforma em “salvador”. Esta pessoa, em primeiro momento, se coloca como alguém que aceita ajuda. Conta a sua história difícil, quantas e quantas vezes tentou se recuperar, mas a vida foi cruel. A sorte nunca lhe sorriu. Ela é “a vítima”. Você faz, faz, faz, ela melhora um pouco, mas depois, piora. Você começa novamente a ajudar, dando a sua energia, tempo, conhecimento, dinheiro, etc. Ela melhora um pouco, e cai novamente. Você começa a se irritar. Acusa a pessoa de conformada. Fraca. Descomprometida. Você se transforma em “acusadora”. E a “vítima” pode continuar no seu papel. Em geral, o “acusador” verá desperto em si muita agressividade. A “vítima” também está escondendo muita raiva.
Bert Hellinger diz que a “vítima” não está em paz com seus pais. E desconta no mundo a frustração. Percebo que o “salvador”, que depois se transforma no “perseguidor/acusador” também tem sérios problemas com os pais. A única diferença é que aprendeu a operar na vida de uma forma reativa: já que meus pais não deram o que eu queria, da forma como eu queria, faço por mim mesmo.
Perceba se esses papéis existem em sua vida. Seja numa relação afetiva, ao cuidar de alguém, talvez no assistencialismo. Se existe, comece a olhar para a sua relação com seus pais. E para a raiva, inconformismo, mágoa, tristeza que ainda carrega. Trabalhe terapeuticamente isso em si, e você se aliviará de uma grande carga. E de quebra, deixará de jogar este jogo macabro que só leva ao sofrimento.

 

Alex Possato

A mãe e o sucesso (ou fracasso)

 

Sempre que escrevo um texto como o da frase acima, alguém pergunta: e como reverter este processo? Já vou responder: a imagem que temos da mãe é interna. Assim como qualquer imagem que tenhamos a respeito de qualquer coisa. É uma série de conceitos que aprendemos a preservar, devido às nossas experiências, à nossa educação, ao meio em que vivemos e às heranças sistêmicas que recebemos. O que pensamos da nossa mãe não é a realidade. É só um pensamento, permeado por emoções. Vou repetir: o que pensamos da nossa mãe não é realidade.
Pensamentos, crenças e sentimentos podem mudar. Desde que queiramos mudar. E por isso, mudar o sentimento que temos em relação à mãe tem a ver com “sair de um papel de vítima”. E sair de um lugar infantil.
Como adultos, entendemos que causamos dores aos outros. Assim é o ser humano adulto. Assim foi nossa mãe. A mãe não é melhor mãe porque carregou a criança no colo, nem pior mãe porque a abandonou. Ela é mãe, aos olhos da constelação familiar, e proporcionou o maior sucesso que a criança poderia ter: nascer!
Mas e as dores que ela provocou?
Cada um terá que carregar suas próprias dores. Quando falamos que a mãe provocou a dor em nós, estamos nos colocando como criança que acha que ela fez isso de propósito. A criança acha que tudo gira em torno dela. Mas o adulto sabe que não é bem assim. A vida provoca prazeres e dores, e nada é contra ou a favor de nós. É tudo, simplesmente, vida.
Precisaremos carregar nossas mágoas, sem dúvida. E mesmo assim, podemos reverenciar a mãe como a fonte geradora da nossa vida. A maior e única fonte. Perfeita, pois nós nascemos.
Tá bom… mas preciso morrer de amores pela minha mãe?
Claro que não. Morrer de amor ou de ódio ainda é a criança presa aos dramas. E tudo bem se nossa criança está presa a isso.. A vida é mais simples. A mãe é a maior fonte geradora de vida para nós, plena e perfeita neste aspecto. Foquemos somente neste ponto, e esqueçamos o resto, por um tempo. Os próximos 70 anos…

 

Alex Possato

Você está preso numa relação antiga? (vídeo)

Como as relações afetivas anteriores influenciam você, hoje? Você pode conviver com as relações anteriores numa boa, e isso não atrapalha de alguma forma sua relação atual? Ou é importante fazer uma despedida? E como se desligar destas relações antigas?

O casal de terapeutas Alex Possato e Lu Cerqueira conversam com você sobre esse tema, que afeta tantas pessoas, e falam do tema a partir do ponto de vista da constelação familiar sistêmica.

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