O que é constelação familiar sistêmica?

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Embora este método terapêutico esteja em franco crescimento no Brasil e no mundo, ainda muitas pessoas não tem a menor ideia do que seja. Alguns, ao ouvirem a palavra “constelação”, acreditam que se refere a algo da astrologia… Outros, a uma prática espiritual. Mas também sei que definir constelação familiar sistêmica não é algo tão simples, porque ela pode ser vista de diversas formas: uma técnica terapêutica eficiente e poderosa; um trabalho de autoconhecimento profundo; uma dinâmica de grupo; uma prática onde ocorrem liberações emocionais e energéticas;  um ritual místico ou espiritual que facilita a percepção do sutil, das sincronicidades, da mente intuitiva…

Bem… eu gosto de simplificar: a constelação familiar sistêmica é uma prática em grupo ou individual, onde partimos de uma questão emocional, empresarial, financeira, de saúde ou relacionamento, que um “cliente” deseja trabalhar, e a partir disso, são colocados “personagens” que facilitarão captar as sensações e emoções que têm a ver com o problema. A isso chamamos “constelar“. A vivência facilita olhar (sentir) para o que está sendo excluído dentro do sistema familiar do cliente que está provocando ou agravando o problema, e em geral, é comum que boas soluções ocorram após a constelação ter sido realizada.

Este método se originou com o alemão Bert Hellinger, há mais de 30 anos, e da Alemanha se espalhou pela Europa, América do Norte, Central e do Sul, principalmente, e hoje é utilizada não somente em terapia, mas também em consultoria empresarial, financeira, pedagógica e jurídica, pois o processo facilita em muito a resolução de conflitos e a liberação de bloqueios energéticos que influenciam todos os tipos de relações e atividades humanas.

Embora falemos “familiar“, em todos os processos que envolvem pessoas e seres vivos, existe um “sistema“, e portanto, a constelação é um método extremamente útil para se trabalhar questões que influenciam grupos. A base de todo trabalho são as Ordens do Amor, conceito teórico e prático de Bert Hellinger que rege a harmonia de qualquer sistema. As principais Ordens são:

1 – Pertencimento: todo membro do grupo tem o mesmo direito de pertencimento que todos os outros

2 – Hierarquia temporal: o membro que veio antes tem precedência ao que veio depois

3 – Equilíbrio: existe uma necessidade do equilíbrio das trocas, do dar e receber

Qualquer movimento de não respeito a estas Ordens, gera um sentimento que Hellinger define como “peso” na consciência coletiva, e algum membro do grupo se sentirá levado, inconscientemente, a se vincular com o desajuste, até que ele seja visto, incluído, assentado. Na prática, as pessoas começam a repetir nas próprias vidas, padrões de relacionamentos difíceis, dificuldades financeiras, doenças ou acidentes recorrentes, entre diversas outras situações que se mostram cíclicas: vão e vem, por mais esforços que a pessoa faça para evitar a repetição dos mesmos problemas. Isso ocorre porque, dentro do nosso sistema, somos somente mais um elemento, e não temos poder para lutar contra uma tendência sistêmica. Porém, quando entramos em contato com a emoção, a energia negada do sistema, internamente nos harmonizamos e nos libertamos do padrão de sofrimento. Esta é a ideia atuante na constelação. Mas não somente a ideia, porque vejo na minha própria vida e na vida de muitos e muitos que passam pelos trabalhos, mudanças profundas ocorrerem.

Bem… então você pode querer saber: como uma vivência de constelação ocorre? Eu vou explicar a seguir… Clique aqui para continuarmos…

Ou se quer saber dos próximos encontros de constelação familiar sistêmica em grupo, comigo, clique na imagem abaixo…

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