Constelação Familiar em São Paulo, com Alex Possato

Paper cut of Family

Olá, pessoal!

A constelação familiar em grupo é para mim uma ocasião onde posso passar um pouco deste conhecimento precioso de Bert Hellinger, auxiliando efetivamente no seu desenvolvimento pessoal e até profissional, ao entrar em contato com as Ordens do Amor e entender os padrões herdados que interferem na sua vida.

Além disso, é um mergulho no “campo sistêmico”, um ambiente de ressonância e sincronicidade onde emoções profundas são compartilhadas, e a partir disso, os participantes – de acordo com a própria vontade e mérito – têm a oportunidade de libertarem-se de medos, dores, traumas, conflitos, tristezas. Acessam assim a alegria de viver, a energia de reconciliação, aprendem a colocar limites e também a não invadir. Enfim, um trabalho muito especial!

Espero ver você! Até breve!

Alex Possato

18 de outubro de 2018 (quinta-feira)
Constelação Familiar em grupo ( 5 vagas ) – das 15 às 21h
Valor sugerido para constelar: R$ 500,00
Valor sugerido para participar: R$ 50,00
Informações: atendimento@alexpossato.com ou (11) 99791-7211 (whatsapp)
Inscrições: https://goo.gl/forms/CsqjJWWloUwjpdQx2
Rua Maestro Cardim, 1170 – Paraíso (próximo a estação de metrô Paraíso e Vergueiro)

Constelação Familiar em São Paulo, com Alex Possato

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Olá, pessoal! Amanhã dia 15 de fevereiro o Alex Possato estará em São Paulo para o primeiro grupo de Constelação Familiar Sistêmica de 2018.

Você tem uma questão emocional, algum problema de relacionamento ou conflito familiar que te incomoda, dificuldades recorrentes na área financeira ou profissional, algo que você sente que afeta algum aspecto da sua vida de forma intensa?
Saiba que você pode resolver estas questões e abrir-se para uma nova e mais equilibrada forma de viver.

15 de fevereiro de 2018 (quinta-feira)

Constelação Familiar em grupo ( 5 vagas ) – das 15 às 21h


Valor sugerido para constelar: R$ 500,00

Valor sugerido para participar: R$ 50,00


Informações e inscrições: atendimento@alexpossato.com

Local: Espaço Maestro
Rua Maestro Cardim, 1170 – Paraíso – São Paulo (ao lado do Shopping Paulista, 10 minutos do metrô Paraíso ou Vergueiro)

Treinamento em Constelação Familiar Sistêmica em São Paulo

formação SP 2018

Olá gente!!! O caminho sistêmico e a forma sistêmica de pensar e agir vai se espalhando… Percebemos que o trabalho de constelação familiar vai mundo além da terapia e coaching: para quem mergulha de cabeça no processo, torna-se um jeito de viver, se comportar, se posicionar diante da família, do trabalho e da sociedade…
É assim que gosto de passar a teoria e prática da constelação familiar: algo vivo, que transforma minha vida (transforma porque constelação e dinâmica e orgânica) e vai transformar a sua também! Você aprenderá muito mais que uma técnica terapêutica para aplicar em grupo e atendimentos individuais!

O Treinamento em São Paulo começa agora, em fevereiro! Vamos barcar nesta grande “nave sistêmica”?

Alex Possato

Datas:

Módulo 1 – 17 e 18  de fevereiro de 2018 (Ordens do Amor)
Módulo 2 – 10 e 11 de março de 2018 (Pais e Filhos)
Módulo 3 – 14 e 15 de abril de 2018 (Relacionamento Afetivo)
Módulo 4 – 12 e 13 de maio de 2018 (Ordens da Ajuda)
Módulo 5 – 14 e 15 de julho de 2018 (Movimento do Espírito)
Módulo 6 – 11 e 12 de agosto de 2018 (Constelação Familiar na Prática)
Módulo 7 – 22 e 23 de setembro de 2018 (Técnicas de atendimento individual)
Módulo 8 – 20 e 21 de outubro de 2018 (PNL e constelação sistêmica – aprendendo a ler o seu cliente)
Módulo 9 – 17 e 18 de novembro de 2018 (Prática em grupo e individual e entrega de certificados)

Horário: das 9h00 às 18 horas (sábado e domingo)

Local: Espaço Maestro – Rua Maestro Cardim, 1.170 – Paraíso (7 minutos do metrô Paraíso e Vergueiro)

Valor: R$ 6.500,00 (10 x R$ 650,00) ou 5% de desconto à vista
Inscrição: R$ 650,00 no ato da inscrição (será considerado como a primeira parcela do Curso)

Para se inscrever clique aqui e preencha o formulário

Informações e inscrição: cursos@alexpossato.com
Informações pelo telefone: (11) 97179-0400 com Patricia

 

Constelação Familiar com Alex Possato, em SP

 

SP ago_2017

Olá, pessoal!

A constelação familiar em grupo é para mim uma ocasião onde posso passar um pouco deste conhecimento precioso de Bert Hellinger, auxiliando efetivamente no seu desenvolvimento pessoal e até profissional, ao entrar em contato com as Ordens do Amor e entender os padrões herdados que interferem na sua vida.

Além disso, é um mergulho no “campo sistêmico”, um ambiente de ressonância e sincronicidade onde emoções profundas são compartilhadas, e a partir disso, os participantes – de acordo com a própria vontade e mérito – têm a oportunidade de libertarem-se de medos, dores, traumas, conflitos, tristezas. Acessam assim a alegria de viver, a energia de reconciliação, aprendem a colocar limites e também a não invadir. Enfim, um trabalho muito especial!

E agora tenho realizado os grupos de constelação no Espaço Maestro – têm sido muito rico, profundo e até divertido! Quase ao lado do Shopping Paulista, pertinho do metrô Paraíso e Vergueiro… Estou muito feliz em realizar este trabalho nesta nova fase, em Sampa! Espero ver você! Até breve!

Alex Possato

10 de agosto de 2017 (quinta-feira)

Constelação Familiar em grupo ( 5 vagas ) – das 15 às 21h


Valor sugerido para constelar: R$ 400,00

Valor sugerido para participar: R$ 50,00


Informações e inscrições: atendimento@alexpossato.com

Local: Espaço Maestro
Rua Maestro Cardim, 1170 – Paraíso – São Paulo (ao lado do Shopping Paulista, 10 minutos do metrô Paraíso ou Vergueiro)

O ego, a prosperidade e a confiança

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Não é possível existir prosperidade antes de fortalecermos nosso ego. Aquele ego que acredita, e vai atrás dos próprios sonhos. E a motivação não importa: pode ser que sejamos empurrados pela ganância. Ou pela carência. Ou pelo medo.  Ou pelo orgulho. Ou até por um idealismo. Tanto faz: o ego sempre vai atrás da autoafirmação, e isso não é ruim. Todo ego funciona assim.

O único porém é que, em algum momento, nos deparamos com a limitação. O ego consegue muitas coisas, mas também fracassa em outras. Não consegue dominar o fluxo do ir e vir. Precisa se esforçar constantemente para ter as coisas, e quando menos espera, vê tudo  ir rio abaixo. É o momento em que o ego pode começar a perceber que, parte dele, está ligada ao passado familiar fracassado. Aos pactos de vingança contra as dores da infância. À rebeldia que o impele a dizer: vou fazer diferente, custe o que custar.

E ele não consegue. Aprende a lutar, desenvolve estratégias, constrói habilidades. Mas fracassa. Outra e outra vez. Somente no estado de derrocada, de impotência, de fragilidade consciente, então pode ser que ele se submeta a Algo Maior. Entendendo que tudo possui um fluxo. Talvez aprenda a abraçar carinhosamente o fracasso, sabendo que não é possível lutar contra. E nesse ponto, pode recomeçar, de um lugar humilde. Em posse de toda a experiência adquirida anteriormente. Mas reconhecendo que a prosperidade não tem a ver com conquista – mas com fluxo. Você não é próspero porque pode comprar uma casa, um carro, uma roupa, promover uma viagem, pagar cursos e regalias, ter empresas e dinheiro sobrando na conta. Você é próspero porque está dançando a dança do universo, e confia nesta dança. Curte os passos. Vê maravilhado todas as suas necessidades serem providas. Às vezes, por outras mãos, que não a sua. Mas não se ausenta da sua própria responsabilidade. Você é parte ativa da dança. E assim, contribui também para que outros encontrem o mesmo caminho. Desenvolvam o próprio ego. Deixem de uma vez por todas  os apegos materiais em relação aos pais, à família, aos parceiros, às heranças, ao sistema previdenciário… Vivam somente por conta própria.

E depois… e somente aí… percebam sua impotência. Sua incapacidade de dominar a vida. Alguns não conseguirão passar por este estágio. Porque não darão conta de ver a própria carência. De lidar com os próprios medos. Com a raiva do passado. Com a sensação de desvalia e desconfiança de si mesmo. Com a falta de confiança nos outros, e em Deus. Esse ego se faz de vítima. Uns, vítimas frágeis. Outras, vítimas revoltadas e raivosas. Mas tudo vítima. Que cedo ou tarde, cairão ao chão. Necessitando de algo ou alguém para ampará-lo.

Um ego se torna forte quando combate, sem depender de ninguém. Quando vai atrás do que quer. Quando sai da zona de conforto. Enfrenta as críticas externas e internas. Faz diferente. Desafia. Mas também se torna forte quando fracassa, e sabe lidar com isso. Erra, reconhece, e tenta outra vez. Faz, faz, faz, e não vê resultados. Desconfia de tudo, mesmo assim, mantém a chama acesa.

Quando a chama, finalmente, estiver quase apagando, ele estará pronto. Pronto para a entrega. O guerreiro rendido. Derrotado. Aí, do chão, olhará para cima, e verá o Grande Rei em pé, ereto. À sua frente. Estendendo-lhe as mãos. E dizendo: agora você está pronto para me servir. E começará a aprender a sentir as primeiras brisas da prosperidade. Para a qual não é necessário esforço. Mas sim, confiança. A luta agora não é mais para conquistar algo fora. Não há mais lugar para ambição por poder, dinheiro, reconhecimento. O trabalho é manter-se um servidor. Fiel. Obediente às ordens do supremo. Usar seu corpo, seu talento, dentro do tempo pedido. Com paciência nos momentos de calmaria. E efetividade nos momentos de ação. Mantendo o ego sob controle. Porque embora rendido, ele não tardará a querer tomar as rédeas novamente.

Alex Possato

Liberdade, mesmo com vínculos

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Playa Bacocho – Puerto Escondido – México, onde vi, pela primeira vez, tartaruguinhas correndo ao mar – metáfora que uso sempre ao falar da vida que nos chama à entrega, ao desconhecido, à missão

 

A necessidade da liberdade me levou a buscar o trabalho autônomo. Autônomo e nômade. Meu consultório e sala de aula não têm endereço fixo. Sempre disse que me senti uma criança tolhida, e por isso a ânsia da liberdade… esta era a minha justificativa. Hoje não tenho certeza desta minha afirmação. Afinal, a criança tolhida também foi levada a diversas mudanças de casa. E é filha de pais nômades, que nunca se fixaram em casa nenhuma. Bisneto de imigrantes. A mudança está no meu sangue.

Mesmo assim, algo dentro de mim gosta da segurança. De se sentir em casa. Do ambiente familiar. De movimentos lentos. Será influência do meu signo câncer, ascendente em touro?

Não sei. Só sei que, após tantas viagens e tantas mudanças, começo a entender que a liberdade é muito mais um estado interno, que um estado externo. Posso me sentir um preso em constante movimentação, como se estivesse naqueles carros penitenciários. Ou posso me sentir um liberto, mesmo estando fixo, num lugar, num trabalho, numa relação. E também posso me sentir livre, quando em movimento. E me sentir preso, esmagado pelas estruturas sociais, trabalhistas, morais, espirituais, convencionais, ou num casamento.

Li recentemente, ao consultar a numerologia para o meu ano de 2017, que liberdade e amor andam de mãos dadas. Amor, na minha visão, só existe com respeito. Compromisso. Observação atenta do outro ser humano que está ao meu lado. Acredito que, por mais que consigamos fazer da nossa vida aquilo que desejamos, na essência, estamos todos ligados uns aos outros. Não há como existir liberdade total. Isso é uma grande ilusão. Quando estabelecemos ligações com outros seres humanos, se os ferimos, mesmo que inconscientemente, ficamos atados por fios invisíveis. Adeus liberdade! Porque aí a amarração está feita.

A única forma de nos libertarmos das pessoas é através do amor. O amor deixa livre. Como diz o mestre Prem Baba, deixa livre até para o outro não nos amar.

Como disse no começo do texto, vivo uma vida nômade. Mas cada vez que coloco o pé na estrada, e vou ao encontro das pessoas que esperam o meu trabalho, reconheço que um compromisso entre nós se estabelece. Quando crio uma conexão, não posso simplesmente dizer: agora, adeus! O amor consciente exige responsabilidade. Já falei isso também. Uma pessoa consciente estabelece vínculos, e somente o tempo dirá quando o vínculo deve se romper. Se é que é para se romper. Sabendo agir com esta consciência, mesmo ligados a milhares de pessoas, estaremos livres.

Bem… estas são as palavras que surgiram para mim, hoje. Este é o meu aprendizado de agora. Que compartilho com você… Aproveito para perguntar: como está a sua relação com a liberdade? Ou a sensação de aprisionamento? Você se sente livre?

A arte de dar

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Estes dias, o amigo Ricardo me disse: nós damos aquilo que está sobrando. Esta frase não saiu da minha mente. Durante toda a minha vida, fui perseguido pela sensação de estar devedor, e por isso, sentia-me tentado a dar. Dar muito. Preciso dar para o mundo. Preciso ser bom. Esta sensação não vinha do meu eu mais profundo, mas sim de um eu pequeno, endividado, pobre, desequilibrado.
Demorei para entender: quando se tem dívidas, é preciso pagá-las. Sejam elas financeiras, morais, espirituais… Um homem devedor não tem o que dar. E comecei a pesquisar onde tenho dívidas. As financeiras, finalmente, paguei! Mas… e as morais? E as espirituais? Por exemplo, tenho uma sensação de ingratidão em relação aos meus avós, que me criaram. Principalmente à minha avó. Não soube receber os seus cuidados, e ainda fiquei magoado pelo seu jeito rude de educar. Ainda hoje não estou pacificado em relação ao meu pai. O julguei um pai fraco, irresponsável, ausente. E não consigo receber toda a abertura espiritual que ele me proporcionou, através das suas buscas e conhecimento. O contato com as entidades, com os orixás, com o zen budismo e a meditação, o sincretismo religioso, o ecumenismo, a busca incessante: tudo presente de papai. Algo que hoje faz parte de mim mesmo.
Mesmo assim, saí pelo mundo querendo dar. Primeiro, nas religiões que frequentei. Depois, no meu trabalho como terapeuta e professor. Um mendigo disfarçado de rei. Sentado neste teclado, às vésperas do Natal, época tão propícia a compartilhar as graças recebidas, vejo-me pequeno. Muito pequeno. Aquilo que eu mais gostaria de dar, que é minha gratidão aos meus pais e avós, não tenho. Deparo com a minha humanidade, mas não estou triste. Simplesmente, consciente da minha pequenez. Não sou um rei mago. Não tenho presentes para o menino Jesus. Posso simplesmente ajoelhar, e louvar a Sua grandeza.
Que você possa nascer em meu coração, menino Jesus. Que Seu amor e sacrifício redima meus pecados. Que minhas sombras sejam por ti amparadas. Que a gratidão possa um dia brilhar em meu coração. Que um dia eu possa dar aquilo que hoje, me falta!
Abençoado seja o Seu nascimento!