A gratidão em relação ao dinheiro

No mundo sistêmico tudo está certo. Este dinheiro veio através de muita raiva, disputa, sensação de injustiça. Bert Hellinger diz que a herança nunca é merecida. E se recebemos algo, seja de uma herança, partilha no divórcio, divisão de uma sociedade, doação ou até prêmio em loteria, será somente com muita gratidão, respeito e vontade de fazer crescer o patrimônio que conseguiremos ver a prosperidade sorrir na nossa horta.

Bem… posso falar do meu lado: eu não tinha gratidão. Na verdade, estava ávido pelo dinheiro, pois minha empresa passava uma temporada deficitária e eu entrei no programa muito conhecido: medo da falência. Medo de passar fome. Medo de ir morar embaixo da ponte. Algo que não tem lógica, pois nunca passei extrema dificuldade, mas uma sombra que carreguei de algum lugar do passado familiar.

Aquilo que não foi resolvido no sistema familiar veio a tona. Mas não era totalmente realidade. A sensação terrível de estar a beira de um colapso financeiro era muito mais imaginação. O universo estava me ensinando, neste momento, a lidar com isso. Com as dores da falta, que com certeza foram vividas por ancestrais durante centenas de gerações, e que eu estava agora revisitando, através de uma crise. Só uma crise. 

Fato é que não soube lidar tão bem. Tive que me desestruturar. E através da desestrutura, tomei decisões bem erradas. Que pioraram a situação. A pindaíba foi intensa. Assim tinha que ser. O passado pedia para ser visto, e desta forma, vivendo as dores, eu poderia olhar. Olhar para todos aqueles que padeceram, sem dinheiro, sem abrigo, sem aconchego, sem nada. Olhar, sem fugir deles. Sem tentar me tornar próspero, só para não enfrentar a dor que eles sentiram.

Pode parecer estranho, mas esse olhar dá força. Porque aí sim tomei posse da minha “herança” real: a luta e a força dos meus antepassados. E então, comecei a crescer. Com minhas próprias pernas.

Alex Possato

A liberdade de cada um dentro da relação

Imagino uma relação afetiva como uma viagem à um país distante e exótico. A cada instante, uma surpresa. Nem sempre agradável, mas às vezes, maravilhosa. Ocorrem coisas que quebram com todas as nossas crenças e formas de agir, afinal, é uma cultura bem diferente. Percebemos como nossa rigidez mental aprisiona, condena, machuca, ofende. Mas num país que não é o nosso, não temos o direito de fazer nada, a não ser, observar e aprender com o diferente. 

Assim também deveria ser dentro da relação, que é um ótimo lugar para observarmos, sem intenção de mudar nada. Encontramos ao nosso lado um universo bem diferente do nosso. E isso é fundamental para o desenvolvimento, para o crescimento, para o aprendizado do todo. “Um sistema vive devido a um intercâmbio permanente”, dizem os consultores sistêmicos Siebke Kaat e Anton de Kroon. E acrescentam: “Se, por qualquer motivo se estanca este intercâmbio, o sistema começa a perder a força vital”. Por isso, a troca entre os “diferentes” é muito saudável. Não há porque querer obrigar o outro a ser como você, nem vice-e-versa.

Quando olhamos para uma relação como um “sistema”, que promove a vida a todos os envolvidos, saímos da ilusão de “conto de fadas”. O objetivo maior do Universo quando promove o encontro de duas pessoas é o crescimento, o desenvolvimento da humanidade, a manifestação dos melhores dons que só podem vir através das mãos do homem, o que é muito facilitado quando se estabelecem relações. Esqueça a idéia autocentrada de “encontrar alguém para ser feliz”. Em primeiro lugar, porque não encontramos “alguém”: o universo nos brinda com a presença de alguém. E em segundo lugar, porque nos vemos felizes quando percebemos o nosso lugar diante da vida, e desempenhamos este papel com maturidade e alegria. Estejamos em relação ou não. Quem sabe, com esta consciência, possamos esquecer um pouquinho a hipnose coletiva do amor romântico e idealizado…

Alex Possato

 

Distúrbio de fala nas crianças:

Neste final de semana realizamos o módulo Movimento do Espírito, no curso de formação para consteladores, em São Paulo. Um dos temas trabalhados, a partir de uma questão de um dos alunos, foi o distúrbio na fala. Distúrbio, no meu entendimento, não é somente sintomas físicos, mas também a incapacidade de se comunicar, se expressar, colocar a própria opinião. Recebo muitos alunos assim. E ainda mais hoje, com a proliferação da expressão através das mídias sociais, grande parte das pessoas não se sente à vontade para “falar”.

No caso do nosso aluno, havia um segredo de família. Onde foi estabelecido um pacto: ele não falaria para ninguém da família. Mas nem sempre este pacto é tão claro. O pai de uma amiga lutou na guerra, e na volta, se recusava a falar o que havia feito, o que havia vivido, como fora a experiência… Minha avó, embora tivesse enorme dor em relação ao meu bisavô, seu pai, a ponto de tirar o seu sobrenome da própria identidade, ficava sempre irritada quando eu, criança que era, perguntava o que acontecera… Recebo clientes que sabem de casos extraconjugais do pai ou da mãe, às vezes são até convidados para se tornarem cúmplices da história, e não podem nem devem comentar isso para ninguém. Lembro-me de outro caso onde um assassinato foi acobertado, o corpo escondido e todos deveriam guardar eternamente o segredo… Quantas vezes os pais não se amam, continuam casados, todos sabem disso, mas nada é falado? São só exemplos de tantos e tantos segredos que ficam entupindo nossa “garganta”… Atrapalhando a nossa expressão…

Em algum momento, é importante deixarmos de ser cúmplices do pai ou da mãe. Parar de ser “amiguinho” ou confidente deles… Termos clareza dentro de nós: papai tinha uma amante. Mamãe odiava papai. Vovô escondia o dinheiro da vovó. Mamãe flertou com o vizinho. Ter clareza não quer dizer falar as verdades para eles. É falarmos as verdades para nós. E deixarmos os segredos para eles carregarem. Com firmeza, colocar a intenção de não mais carregar as mentiras, os enganos da família. Sair do jogo. E comprometer-se com a verdade.

Alex Possato

Ainda não perdoei o meu pai…

Meu pai era um homem amargurado. Ontem, ao ver o pai de Elton John no filme Rocket Man, lembrei-me um pouco disso. O pai do gênio musical nunca foi ver uma apresentação do filho. E talvez a dor de nunca ser acolhido por este pai serviu de motivação para que o artista se mostrasse ao mundo. A dor é um grande propulsor. Mas é também um veneno perigoso.

Pegando uma carona no drama, reconheço-me diversas vezes tentando provar para o meu pai que eu sou um bom filho e não merecia ter sido abandonado por ele. Assim, realizo coisas, escrevo, trabalho, ensino, vou para o mundo. Lógico que existe verdade naquilo que faço. Sem verdade, um movimento não se sustenta muito tempo. Mas a dor da criança ferida acompanha as ações do adulto inspirado. E esta criança fica sussurrando, o tempo todo: você não foi visto. Ele te deixou! Mostre pra ele que ele foi um idiota. Fracassado! Ferida, a criança não vê prazer nas coisas que conquista. E não raro, começa a boicotar o sucesso.

Este é um processo cíclico. Para quem está no mundo da terapia há muito tempo, sabe que existem períodos de reavaliação. O desenvolvimento pessoal não é linear. São fases, movimentos elípticos que se aproximam dos traumas diversas vezes na vida, mas em geral, de forma cada vez menos impactante.

Não há mal nenhum em perceber que ainda carrego mágoas do papai. Ou dores não resolvidas. É até bem gratificante perceber isso, pois aí posso olhar. Entrar em contato com a dor interna, e deixá-la ir. Ver que ainda o vejo como um fracasso. E ver que parte de mim ainda age querendo confrontá-lo. E de maneira diferente, torno-me um fracasso, como assim é a imagem interna que carrego. “Ok, papai! Estou olhando para você, mais uma vez! E por falar nisso, é bom olhar! Ainda temos ajustes a fazer. Estou tentando crescer! Um dia, espero vê-lo de forma adulta. Mas enquanto isso não ocorre, permita-me bater o pé! Ficar emburrado. Porque nem isso pude fazer, depois que você foi embora.”

Alex Possato

Amor só vive em liberdade

Umas das coisas que mais me incomoda é quando vejo as pessoas manipulando outras. Família usando de mil artifícios para manterem seus membros presos a si. Empreendedores amarrando fornecedores, funcionários, sócios, clientes… Prestadores de serviço que dão um jeito de não deixar o cliente partir. Inúmeras empresas, que hoje está avançando até no mundo da terapia, desenvolvendo o que chamamos de marketing de rede, onde as pessoas são instigadas a trabalhar e atrair outras pessoas para aquele determinado caminho, com táticas sedutoras…
A raiz de tudo isso, ao meu ver, é o medo. Como muitas pessoas têm medo e não confiam no movimento natural do universo, precisam “amarrar” seus clientes, seus membros, as pessoas que compartilham da mesma ideia. E as pessoas “amarradas”, igualmente com medo e carentes, vêem no esquema uma forma de se sentir protegidas.
Talvez tenhamos ouvido a frase: amor só vive em liberdade. É o que creio. O Amor maduro, seja numa relação afetiva, familiar, profissional, espiritual, política, esportiva, etc., é pautado na liberdade de estar, ou não estar. Participar, ou ir embora. Ajudar, enquanto tiver sentido.
Lógico que a liberdade dá medo! É angustiante, às vezes. Mas a liberdade não cria “amarrações”. Não deixa arestas para serem aparadas. Seremos verdadeiramente livres quando cumprimos com todas as obrigações assumidas, os compromissos, e depois, podemos partir. Ou podemos ficar, e criar “novos contratos”, onde as partes estabelecerão novos compromissos, direitos e deveres. Com o máximo de flexibilidade possível.
Estaremos exercitando a sutil arte de ser necessário até um ponto, e depois nos percebermos desnecessários, e assim, podemos seguir. E deixar os outros livres. Quanta confiança em Algo Maior, ou Deus, esse movimento livre e espontâneo despertará em quem participa dele!

Alex Possato

O que existe por trás do medo da escassez?

Quantas pessoas morreram na miséria, no passado familiar? Quantos se suicidaram, após alguma perda? Outros entraram em vícios, jogos, mulherada… Muita gente pode ter ficado com raiva pelo mau uso do dinheiro. Corruptos, traficantes, falsários, estelionatários ou empreendedores inescrupulosos podem ter sido nossos pais, avós, bisavós… Ou, quem sabe, gente explorada, assassinada, enganada por causa de dinheiro e posses.
As histórias deveriam morrer com o passado. Porém, como não foram bem digeridas pelas gerações anteriores, continuam “pesando” na vida dos descendentes, causando o que chamamos de “emaranhamentos”. Sem saber, inconscientemente, carregamos culpas, medos, pânico, desvios de comportamento e instabilidade emocional que nos leva ao fracasso, ao vitimismo, à dó, ao descontrole…
O grande trabalho de quem se investiga é tomar posse dos inúmeros dons que herdamos, e trazem benefícios ao mundo, e deixar estas identificações com os fracassos, mortes e perdas para o passado.
Mas como se faz isso?
O caminho é olhar para nossa relação com os pais. Se foi através deles que recebemos tudo o que somos nesta vida, será através deles que devolveremos todos os pesos que carregamos também. Falando especificamente de dinheiro, quanto mais em paz estivermos com tudo o que recebemos financeiramente dos pais (mesmo que tenha sido nada!), mais em paz estaremos com o poder da prosperidade que possuímos.
Podemos trabalhar nossa inveja, culpa, medo, raiva, ciúme, sensação de fracasso, dó, ambição, competitividade enlouquecida e muitos outros padrões que aprendemos devido a criação que tivemos, e ao processar tudo isso, deixamos o excesso para eles: papai e mamãe.
O poder de construir uma vida próspera começa em nós. Às vezes não vemos que os nossos pais e antepassados nos legaram também a força para o trabalho, a inteligência para administrar nossa vida e o amor para oferecermos os frutos daquilo que fazemos ao mundo. Quem sabe se pudermos amar também aqueles que venceram no passado – os ricos, poderosos, fortes, investidores, pioneiros, exploradores – consigamos equilibrar a força de realização, dentro de nós?

Alex Possato

Como ter gratidão se estou magoado?

 

É quase diário receber alguém com a história familiar extremamente dolorosa. Olhando em volta, pensando nos meus amigos, parentes, alunos e clientes, posso dizer com certeza de que a maior parte das pessoas tiveram muitas complicações na infância, presenciaram muitos problemas entre os próprios pais e herdaram padrões familiares bem complicados.

Junta-se isso a uma diretriz espiritual que ao meu ver, é muito mal entendida – “amar pai e mãe” e aí vemos as pessoas tentando engolir todas as mágoas e desacertos do passado para dizerem: sim, sou grato à minha família!

Falo sempre a todos: constelação familiar é terapia, e não tratado de moralismo. Terapia lida com sentimentos, padrões de comportamento, falta de energia, descontrole emocional. Como podemos fazer terapia e não olhar para as dores do passado? Impossível, não é? Forçar alguém a acreditar que “temos que ter gratidão”, como vejo e ouço por aí, não resolverá o problema de ninguém.

Como posso ter gratidão, se estou magoado? Se tenho raiva? Se, às vezes, minha dores nem conseguiram ainda sair do porão do inconsciente? Acho que existe um caminho:

1 – olhar para as dores, todas elas. Verificar pacientemente cada mínimo sentimento que a lembrança do passado desperta.

2 – aprender a lidar com elas. Como? Percebendo que tudo isso são memórias passadas. Que as pessoas que achamos que nos feriram, também estavam cegas e feridas pelo passado delas. Que por acaso, é o mesmo que o nosso.

3 – arcando com toda esta bagagem, e reconhecendo o aprendizado que tivemos, através da dor, da exclusão, das separações.

4 – assim, crescemos. Nos tornamos adultos, e podemos ir para a vida.

5 – indo para a vida, sentiremos gratidão por tantas pedras que ultrapassamos, pois somente aí, entenderemos na prática o sentido maior de toda a nossa infância, de todo o passado familiar, e a função dos nossos pais.

6 – dar o tempo necessário para que o processo ocorra naturalmente.

Alex Possato

 

Qual o significado de triangulação amorosa?

Dia desses um seguidor do meu canal no Youtube pediu para eu falar sobre triangulação amorosa. Ainda não fiz o vídeo, mas fiquei pensando sobre o assunto. E mais que pensar, afinal, esse assunto foi muito recorrente na minha história familiar e é importante falar de um lugar emocionalmente distanciado, fui estudar sobre o assunto. E como sempre, recorro ao querido Bert Hellinger, com suas visões provocativas, que me faz abrir a mente e o coração. Por exemplo, ele diz sobre a infidelidade: “Frequentemente, chega-se a uma situação em que se encontram outras pessoas importantes. Nesse caso, o outro não tem o direito de persegui-lo. Ele deve respeitá-lo assim como é e, talvez, exista uma boa solução para todos”. Legal, né? Você está vendo o seu namorado ou namorada ir com outro, e por mais que doa, diz: ok! Assim seja!
Bem, eu não! Eu atiro uma geladeira na cabeça dela! Por quê? Como disse, tenho no histórico familiar situações dolorosas de triangulações e infidelidade. No fundo, o que dói e me impede de olhar como um adulto que sou é que estou preso a uma carência. Qual carência? Não sei. Deixa eu perguntar pro Bert. E ele responde, com sua habitual franqueza: “Se um parceiro se encontra intensa e frequentemente com sentimentos infantis, isso é um risco para o relacionamento. Às vezes um parceiro diz ao outro: Se você me abandonar eu me mato, pois então a vida não tem mais sentido para mim! Com isso, o outro assume o papel de mãe, que deve zelar pela sobrevivência da criança. Com isso, ele deixa de ser um companheiro e, para ele, não existe outra solução senão abandonar a relação”. (Para que o Amor dê certo)
Então quer dizer que sou eu e minha carência de mãe que provoca o afastamento da minha companheira? “Sim”, responderia Hellinger.
Tudo bem. Acho que é o suficiente por hoje. Ficarei com isso, como digo aos meus alunos e clientes.

Alex Possato

Constelação Familiar em São Paulo, com Alex Possato

5. 2019 CG 21 maio

Olá, pessoal!

A constelação familiar em grupo é para mim uma ocasião onde posso passar um pouco deste conhecimento precioso de Bert Hellinger, auxiliando efetivamente no seu desenvolvimento pessoal e até profissional, ao entrar em contato com as Ordens do Amor e entender os padrões herdados que interferem na sua vida.

Além disso, é um mergulho no “campo sistêmico”, um ambiente de ressonância e sincronicidade onde emoções profundas são compartilhadas, e a partir disso, os participantes – de acordo com a própria vontade e mérito – têm a oportunidade de libertarem-se de medos, dores, traumas, conflitos, tristezas. Acessam assim a alegria de viver, a energia de reconciliação, aprendem a colocar limites e também a não invadir. Enfim, um trabalho muito especial!

Espero ver você! Até breve!

Alex Possato

21 de maio de 2019 (terça-feira)

Constelação Familiar em grupo ( 3 vagas ) – das 18:30 às 22h


Valor sugerido para constelar: R$ 500,00

Valor sugerido para participar: R$ 50,00


Informações: atendimento@alexpossato.com ou (11) 99791-7211 (whatsapp)

Inscrições clique aqui

Rua Dr. Neto de Araújo, 320 – Vila Mariana (sala de reunião) – Vila Mariana (5 minutos do metrô Vila Mariana)

 

Workshop de Constelação Estrutural em São Paulo

4.2019 Workshop Estrtutural SP

Olá, querid@! O trabalho de constelação estrutural é um desdobramento das constelações familiares sistêmicas, que surgiu na Alemanha a partir do trabalho de Bert Hellinger, quando foi incorporado conceitos de PNL – programação neurolinguística, dando mais recursos para o terapeuta, consultor, coach ou profissional que utiliza a constelação como ferramenta. Enquanto que a constelação familiar sistêmica é um mecanismo muito eficiente para liberar bloqueios emocionais e trabalhar com energias sistêmicas, a constelação estrutural auxilia a encontrar recursos, caminhos, opções, perceber bloqueios, limitações, apresentar novas opções, quebrar paradigmas, trabalhar crenças limitantes e possibilitadoras, sendo a sua utilização muito abrangente.
A constelação estrutural, embora siga a forma de trabalhar com as sensações e percepções corporais que a constelação tradicional utiliza, fazendo com que o cliente “perceba” o campo sistêmico, abre também um espaço maior para a interação com a mente racional, auxiliando o cliente a tirar conclusões mais objetivas e práticas.

Público-alvo

Terapeutas, consultores, coaches, profissionais liberais, líderes de grupos, empreendedores, profissional autônomo, free-lancer, interessados em caminho de autodesenvolvimento pessoal através de um método criativo, não-linear e profundo

Conteúdo

  • Estruturas e elementos dos sistemas
  • Metaprincípios e princípios básicos
  • Elementos, intervenções e contexto do trabalho da constelação
  • Padrão de solução nas imagens da constelação
  • As fases de uma constelação
  • Formatos de constelações estruturais
  • Exercícios para atendimento em grupo e individual

Como você aprenderá constelação estrutural?

Será um curso teórico e prático, apostilado, onde você mergulhará nos diversos “formatos” de constelações estruturais, trabalhando questões pessoais como “cliente” e também conduzindo como facilitador os processos dos colegas.

Sobre o facilitador Alex Possato

Empresário, terapeuta e professor de constelação sistêmica, trabalhando com constelação desde 2008, tendo sido parceiro da alemã Theresa Spyra, Alex Possato participou de diversas formações em constelação e seminários nacionais e internacionais, e hoje conduz grupos terapêuticos, cursos e workshops em várias cidades brasileiras, como São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Curitiba, Teresina, entre outras, tendo atendido centenas de clientes e alunos.

Informações gerais

Workshop de Constelação Estrutural Sistêmica
Data: 19, 20 e 21 de abril de 2019 – sexta, sábado e domingo (Feriado de Páscoa)
Horário: das 9 às 18 horas
Local: Leques Brasil Hotel
Endereço: Rua São Joaquim, 216 – Liberdade (5 minutos do metrô São Joaquim)
Valor: R$ 800,00 (incluindo certificado de participação)
Inscrição: acesse aqui e preencha o formulário
Informações: cursos@alexpossato.com ou (11) 99791-7211 (whatsapp)