Sucesso para empreender a si mesmo – Brasília

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Sucesso para empreender a si mesmo

O sucesso nasce de uma percepção interna, do coração. É uma verdade que já existe em si, antes mesmo que qualquer coisa surja no mundo exterior. E este sucesso se manifesta efetivamente, no momento em você consegue sentir, pensar, planejar e agir na mesma direção daquela primeira percepção do coração. Sucesso não é aleatório. É a consequência da sua rendição à intuição, juntamente com a união do melhor de si em prol desde objetivo.

Este é o nosso convite: apoiar a sua jornada rumo ao sucesso pessoal!

Nesta vivência sistêmica, trabalharemos a sua relação com o próprio sistema familiar que talvez ainda o prende a situações de medo, perdas, desvios… e também olharemos através da constelação para os vínculos com as partes prósperas da sua ancestralidade, de onde brotam recursos e possibilidades, abrindo um espaço de consciência para que você decida seus próximos passos nesta jornada com muito mais assertividade!


Alguns conteúdos que trabalharemos:

  • Sobrevivência x prosperidade
  • Autoconfiança e empoderamento
  • Foco x dispersão
  • Capacidade de planejamento e execução
  • Coerência nos produtos/serviços e objetivos
  • Resiliência e perseverança
  • Propósito e caminho de vida

Alex Possato
é terapeuta e professor de constelação familiar sistêmica. Está envolvido desde 2008 com a constelação, é coordenador do Projeto Incluir – Laboratório de Constelação Sistêmica, atua na condução de vivências por diversas regiões do Brasil e cursos de treinamento de constelação familiar sistêmica em São Paulo, Goiás e Brasília.

Luciana Cerqueira
é terapeuta de constelação sistêmica, terapeuta de Benção do Útero, professora de yoga e facilitadora de vivências do Sagrado Feminino. É responsável pelo projeto Sagrado Ventre – terapias do feminino & curas, e realiza vivências e atendimentos em São Paulo, Brasília e Goiás.


Vivência: Sucesso para empreender a si mesmo!

Data: 15 e 16 de julho

Sábado e Domingo das 10 às 18 horas

Valor sugerido: R$ 260,00

Contato para informação e inscrição: clique aqui e preencha o formulário online

Email: florbrasil.newtonlakota@gmail.com

Telefone: (61) 99976-7740 com Newton Lakota

Local: Espaço Despertar para Crescer
Rua das Quaresmeiras, 11 – Condomínio Verde – Jardim Botânico – Brasília

Se lançar para a vida

Oi gente! Tá aí um video novo, onde comento um pouco sobre o processo de “Se lançar para a vida”… A partir do movimento de se trabalhar internamente, para libertar-se gradualmente dos bloqueios sistêmicos familiares que prendem você à padrões de dor e sofrimento, você se vê na necessidade de lidar e ir dissolvendo emoções pesados, crenças limitantes, estratégias equivocadas, que geram resultados insatisfatórios. Em algum momento desse processo, será necessário declarar um novo “pacto” para si, de sucesso e prosperidade, e abandonar o antigo “eu” sofredor, fracassado e frustrado… Dê uma olhada no vídeo!

Alex Possato

Confiança, meditação e a instabilidade financeira

caminhos-prosperos

 

– Estamos em crise. As vendas caíram muito! Mas vai dar tudo certo! – disse-me o cliente de constelação sistêmica, enquanto conversávamos sobre as razões da sua ansiedade.

Sou – ou melhor, estou – também uma pessoa ansiosa, e ainda não aprendi a lidar de forma tranquila com as oscilações do fluxo de entrada e saída que todo autônomo passa. Fiz a lição de casa alguns anos atrás, quando, mergulhado em dívidas, tive que olhar com muita seriedade para o descontrole financeiro, gastos acima dos ganhos e dificuldades de projetar conscientemente o meu crescimento profissional. Deixei o vermelho há tempos, porém, sempre que vejo que os ganhos, em algum momento, não estão dentro das expectativas, isso me pega. Chego a entrar em angústia, mesmo sabendo que não há a menor razão para isso, pois hoje tenho as contas muito bem equilibradas.

De onde vem esta angústia? Com certeza, de traumas do passado, sejam traumas meus ou dos meus familiares, onde a falta de dinheiro, a escassez, provocou dores profundas. Sei disso. Sou terapeuta e trabalho com esses conceitos o tempo todo. Mas o saber não vale nada. Não cura. O que, então, cura?

O mergulhar profundamente no medo da escassez. Vivenciar, conscientemente, a angústia da carência financeira existir. Permitir que meu coração dispare. Que minha mente louca diga: você vai morrer de fome! Não irá conseguir pagar suas contas! Não conseguirá construir um patrimônio! Não adianta tentar: no final, você perderá tudo!

Sim, minha mente é alucinada. Nesta área. E mesmo não havendo a menor razão para o pânico, ela dispara o alarme, sempre que dois ou três clientes não comparecem ao atendimento. Sempre que existe o indício de falta de dinheiro.

Como deixar brotar a confiança neste sólido árido? Aprendendo a sustentar o desconforto. Minha mente consciente sabe que não são reais as razões para a angústia. Não existe um fator verdadeiro para esse medo. Então, peço somente firmeza para passar pela tempestade. Que pode durar minutos, horas, dias. Mas passa.

O que faz a angústia permanecer, gerando invariavelmente situações futuras de dificuldades financeiras, é o medo de enfrenta-la. É preciso desmascarar este “monstro da carência”, que fará de tudo para provar ser verdadeiro. Ele quer que eu acredite: sou carente. Sou derrotado. Sou miserável. Atrás da tentativa ensandecida deste fantasma em destruir-me, existe uma dor profunda. Por isso, não devo tentar eliminá-lo, massacrá-lo… mas sim… amá-lo. Amar este monstro carente. Permitir que ele expresse essa dor. Entendendo que eu não sou ele. E não deixando que ele domine minhas ações, meus comportamentos.

Como esse monstro me domina? Fazendo com que eu deixe de controlar meus gastos. Ou gaste demais. Deixe de planejar. Caia no canto da sereia e faça parcerias que minha razão sabe muito bem que não darão certo. Que entre em investimentos fajutos. Trabalhe sem parar, como um louco, sem tempo para perceber o mundo em minha volta. Impedindo meus momentos de prazer. Fazendo eu emprestar ou dar aquilo que não tenho. Despertando minha cobiça e ânsia por compras. Não deixando eu cobrar o valor correto pelos meus serviços.

Não entrar nestes e em outros condicionamentos só é possível em silêncio. Meditação. Para que eu possa perceber claramente quem sou eu e quem são os monstros que me habitam. É fundamental desacelerar. Não há como separar o joio do trigo se estou correndo numa esteira de academia, com a orelha em uma música qualquer, os olhos na telinha da TV à frente e as mãos ocupadas, segurando algo. O ser humano, em tranquilidade, naturalmente descobrirá os caminhos prósperos que o estão chamando, a cada instante. Estes caminhos são sussurrados, quando paramos para ouvir. Serenamos a mente. Desligamos as mídias sociais. Nos recolhemos da família. Sentamos, em silêncio. É o que vou fazer agora. Sentar em silêncio. Meditar. Quer me acompanhar?

Que a confiança possa brotar em meu coração, suavemente. Que a confiança possa brotar em nosso coração, suavemente.

Alex Possato

Bendito fundo do poço

fundo do poço

No meu computador, rolando um Led Zeppelin… acabando de retornar da aula de yoga… um friozinho gostoso em Sampa…

Recebo hoje a feliz notícia do meu amigo Newton Lakota, de Brasília, que o grupo que facilitarei juntamente com Luciana Cerqueira, em Alto Paraíso, está praticamente fechado.

Logo me vem a memória: em 2012 as coisas não estavam nada bem. Uma dívida de mais de duzentos mil reais no banco, cartão de crédito estourado, conta corrente bloqueada, nome no Serasa e SPC… Os movimentos do meu trabalho incertos, minha autoconfiança lá no chão. Mas havia algo que me sustentou: a minha fé, a minha iniciação espiritual… e toda a experiência, a enorme experiência que adquiri ao tocar uma empresa durante anos a fio, sem lucro, carregando um piano de cauda enorme nas costas. Criei calo, aprendi a negociar, a entrar em contato com fornecedores, a contratar, a demitir, a perder. Ao mesmo tempo em que a vida me desafiava a cada dia na sobrevivência, os resultados iam, gradativamente, me dobrando.

Precisei ir ao fundo do poço, perder absolutamente tudo – a empresa, a casa, muitos bens, o casamento, o orgulho, para entender uma lição básica sobre prosperidade: a prosperidade está a disposição daqueles que sabem lidar com ela respeitosamente, como um serviçal, promovendo o crescimento de outros, ao mesmo tempo em que utiliza o dinheiro com desapego e humildade. Mas reverência.

Sempre agi como uma criança mimada, achando que Deus deveria olhar para minhas dores financeiras, afinal, eu era (me achava) uma pessoa boa, honrada, cumpridora das minhas responsabilidades sociais e espirituais. Não percebia o quanto de arrogância havia nesta cobrança interna. Certa vez, um fornecedor evangélico da minha empresa disse: há que se temer Deus. Cheio de preconceitos, entendi o que ele disse como uma distorção, afinal, para mim, Deus é paz, amor, plenitude, bondade absoluta.

Tardiamente, porém, percebi de outra forma: a partir do meu ego arrogante, era importante temer a Deus. Pois ele iria punir minha arrogância. Entendo que, pela lei da ação e reação, da mesma forma que eu dava mediocridade, orgulho, medo, avareza e vitimismo ao mundo, o universo me retribuía, com perdas financeiras.

Uma poesia do poeta persa Rumi, diz: “há centenas de maneiras de ajoelhar e beijar o chão”. Provei uma delas: ser jogado ao chão, dobrado, rendido. E hoje digo: graças a Deus! Não me vejo muito melhor, nem muito menos arrogante que antes, mas uma lição ficou clara – estou a serviço do universo, em primeiro lugar. Validando-me ou não, tenho algo a dar, e ao dar, a prosperidade se mostra. Era necessário ocupar o meu lugar, servir através do meu trabalho, e antes eu queria que o trabalho servisse aos meus propósitos de enriquecimento. Vindo de uma família pobre e comunista, filho de um pai anarquista, mãe sempre com dívidas, vivi com pessoas que sempre olharam para o dinheiro com desprezo, dor, luta. Cresci ouvindo que o trabalho era a exploração do sistema capitalista sobre o proletariado. Desconstruir minhas crenças e emoções sobre dinheiro, trabalho, riqueza… precisou anos. E muitas quedas. Acabei repetindo o que aprendi: dívidas, desprezo ao dinheiro, visão distorcida sobre o labor, inveja dos ricos.

Hoje vejo o trabalho como um dos caminhos mais bonitos para a espiritualidade. É no trabalho que encontro os milagres divinos acontecendo. Consigo olhar para a beleza das pessoas, onde antes, minha mente julgava feiura. O trabalho proporciona sorrisos, curas, lágrimas de redenção. Provoca-me o tempo todo a sair do meu lugar de “agente” e colocar-me no lugar de “instrumento”. Destrói minhas ideias mais arraigadas, para demonstrar que, no fundo, tudo é amor. Mói, desmonta, pulveriza meu ego, e às vezes, até vislumbres do ser imortal que me habita me é permitido vivenciar. Nada disso teria ocorrido sem o fundo o poço. Bendito fundo do poço! Não sei se ainda lido bem com a prosperidade. Nem o quanto realmente estou em paz com o dinheiro. Mas fato é que muita coisa mudou. E somente por hoje, agradeço!