Vivência: O Dito e o Não Dito, em São Paulo

Paper cut of Family

O dito e o não dito

O olhar sistêmico na comunicação do casal

A interação como casal aproxima dois universos muito diferentes entre si e cria intimidade. Por isso mesmo, também traz desafios, especialmente alinhar a comunicação. O que um quer? O que o outro quer? Ambos são convidados a se entregar ao Amor e à comunhão, mas não foram ensinados a expressar suas verdades. Nem a ouvir o outro com o coração. Assim, o vínculo entre ambos vai enfraquecendo.

Se você está disposto a aprofundar no Amor, e quer aprender a se posicionar dentro de uma relação afetiva madura, sem repetir novamente os padrões de dores, abusos e separação já vivenciados no passado, este é o momento. Você irá “sentir” e exercitar a linguagem emocional que leva à cura, à reconciliação e à integração.

Perguntas como estas serão respondidas (e vivenciadas!) neste workshop:

– como expressar, assumindo meus sentimentos, sem magoar o outro?

– como não se sentir atingido por aquilo que o outro diz?

– qual o mecanismo para baixarmos a guarda e entrar em sintonia verdadeira com o parceiro?

– como restabelecer a comunicação, após uma desavença?

– qual o papel do silêncio e da escuta empática na comunicação do casal?

– como fazer da relação um aprendizado de desenvolvimento pessoal, sem sentir-se pessoalmente atingido pelas atitudes do outro?

O casal de terapeutas Alex Possato e Luciana Cerqueira conduzirão você nesta jornada do despertar o amor compassivo para o outro através da comunicação curadora e saudável.

Junto com eles, você compartilhará aprendizados e desafios vivenciados pelo casal, fará dinâmicas em grupo, constelações sistêmicas, exercícios em duplas, meditará e respirará o Amor de diversas formas, e será incentivado a exercitar a linguagem emocional, a única capaz de aproximar o seu coração do coração do outro.

Para quem é?

Casais, não importando a orientação sexual. E também para o participante individual que deseja melhorar a comunicação na relação afetiva, esteja dentro de um relacionamento ou não.

Sobre os terapeutas

Alex Possato trabalha há 10 anos como terapeuta e professor de constelação familiar sistêmica, é facilitador de grupos terapêuticos, comunicador e estudioso do poder essencial da palavra desde que se descobriu apaixonado pela escrita e oratória.

Luciana Cerqueira é terapeuta de constelação sistêmica, terapeuta de Bênção do Útero, professora de yoga e facilitadora de vivências do Sagrado Feminino. Luciana considera a abertura ao outro e a escuta empática como fator primordial para a harmonia nas relações.

Quando, onde, quanto, inscrições

Vivência “O dito e o não dito”

Data: 1 e 2 de setembro de 2018 (sábado e domingo)

Horário: das 09h00 às 18 horas

Local: Espaço Elementos

Rua Gaspar Lourenço, 496 – Vila Mariana – São Paulo

Valor:
Individual: R$ 440,00 (R$ 220,00 para inscrição e saldo no dia)
Casal: R$ 792,00 (R$ 220,00 para inscrição e saldo no dia)

Informações: atendimento@alexpossato.com ou (11) 99791-7211

Inscrições:  https://goo.gl/forms/oere7yrSKm9KO6j73

O risco de ser verdadeiro no relacionamento afetivo

ouvir

Uma relação se constrói a cada dia. Passado aquele período de paixão, onde nos perdemos nas loucas delícias do amor embriagante, vem o instante da consciência. E agora?
A tendência de entrarmos no script tradicional, seja imitando o que aprendemos com nossos pais, seja fugindo do que ocorreu na nossa família, é enorme.
Há que se ter atenção. Script não é relação.
Existe um homem que precisa ser visto. Existe uma mulher que precisa ser vista. E existe uma Alma comum aos dois, que precisa ser vista.
O homem deseja uma coisa. Possui seus sonhos, desejos, suas dificuldades emocionais e crenças rígidas. A mulher, idem. Tem suas experiências, suas dores, seus hormônios. Sonhos, desejos e neuras… bem diferente do homem.
Deveríamos aprender somente a ouvir o outro. Abrir nossa mente e coração, criando um porto seguro, onde o outro não teria medo de ser confrontado, ridicularizado, desprezado, por mostrar ser quem é. Por mostrar suas fraquezas e virtudes. E deveríamos aprender a nos revelar ao outro. Sem medo de parecer ridículo. Cafona. Deselegante. Frágil. Estúpido.

Uma das maiores agressões que percebo num casal é a tentativa de um mudar o outro. Como se este fosse melhor que aquele. A pessoa não percebe, mas é extremamente desamorosa esta atitude. Arrogante e desrespeitosa. Mas possivelmente é o que aprendeu a fazer, observando as relações que seus próprios pais tiveram.
Talvez o primeiro passo para a harmonia do casal seja ouvir o outro. E permitir-se falar de si. Muitos casais terão muita dificuldade disso. Talvez nem sobrevivam à verdade das revelações. Porque cada um não dá conta da própria verdade. Mas se você quer mesmo uma relação nutritiva, construtiva, desafiante e prazerosa, é preciso passar pela fase da comunicação.

Comunique suas emoções mais profundas, no momento adequado. Crie um espaço para isso, e mostre-se com toda a integridade que for capaz. Fale de seus medos. Fraquezas. Vontades. Angústias. Ira. Deixando sempre claro: isso é meu! Estou comunicando algo que se passa em meu íntimo. Você não é o culpado por isso, nem o responsável por mudar meu estado de espírito.

Qual o risco da revelação?

O risco é aparar muitas arestas que, de outra forma, ficam escondidas, latentes, prontas para explodir na primeira situação de estresse. O risco é acender a confiança plena em si e em relação ao parceiro. O risco é criar um relação adulta, que permite resgatar e florescer as brincadeiras da criança apaixonada que você foi um dia. O risco é descobrir que você ama perdidamente seu parceiro, sua parceira… porque amor só vive em liberdade… e liberdade necessita de verdade como alimento para se eternizar…